O governo conta com margem apertada para aprovar no Senado, nesta terça-feira 11, a reforma trabalhista. A oposição quer aproveitar o clima criado pela denúncia da PGR contra Temer para tentar barrar a votação.

Levantamento da Folha mostra que o governo tem 43 votos declarados a favor da reforma, número suficiente para a aprovação do projeto de lei entre os 81 senadores.

Para acelerar a votação, o governo promete editar uma Medida Provisória com várias modificações sobre o texto aprovado. Entre elas, a regulamentação da contribuição assistencial, que seria paga por filiados e não filiados à entidade sindical negociadora de acordo coletivo de trabalho.

Se a reforma trabalhista passar no Senado, deverá ser sancionada por Temer ainda em julho. As novas regras entrarão em vigor 120 dias após a assinatura presidencial.