Arquivos Marcha a Brasília e atos pelos direitos! - por Paulo Pereira da Silva – Paulinho - BR2pontos
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Marcha a Brasília e atos pelos direitos! – por Paulo Pereira da Silva – Paulinho
As coisas vão acontecendo muito rapidamente, e não podemos ficar só assistindo o governo arrancar nossos direitos trabalhistas, previdenciários e sociais e atirá-los no cesto de lixo da indiferença. O que o governo pretende fazer com suas propostas de reformas da Previdência e trabalhista, sob o argumento de “arrumar a casa”, é um verdadeiro atentado contra a classe trabalhadora. No dia 28 de abril as centrais sindicais realizaram o “Dia Nacional de Paralisações, Atos e Mobilizações”, e demonstraram a todo o País como se luta por direitos. Trens, ônibus e metrôs não funcionaram em vários Estados, indústrias, comércio e serviços fecharam suas portas, escolas não tiveram aulas. Foram milhões de pessoas nas ruas externando todo o seu descontentamento contra as barbaridades que o governo nos quer impor. Um novo dia de protestos está marcado para o próximo dia 24, desta vez em Brasília, e as centrais querem reunir um número enorme de manifestantes. Serão centenas de ônibus com trabalhadores e dirigentes sindicais na nova “Marcha a Brasília” que será realizada. Queremos mudanças nos textos originais das propostas que amenizem o que os trabalhadores vêm sofrendo. Como estão, elas não podem passar, pois nossos prejuízos serão irrecuperáveis. Queremos um Brasil justo para todos, sem privilégios para esta ou aquela casta mais endinheirada e poderosa. No dia 24 de maio vamos mostrar ao País a força da nossa mobilização. A Força Sindical vai colocar todas as suas entidades filiadas nas ruas, assim como as demais centrais. Não podemos permitir um descalabro desse porte com quem ajudou a construir o Brasil. Nesta semana, que antecede a “Marcha”, já estaremos realizando atos em Brasília e conversando com os parlamentares, no Distrito Federal e em seus Estados, para sensibilizá-los a abraçar a causa dos trabalhadores. Trabalhadores de todas as categorias, venham engrossar nossa luta contra a arbitrária retirada de direitos que o governo quer promover. Participem da luta! É o futuro de toda uma Nação que está em jogo! Paulo Pereira da Silva – Paulinho Presidente da Força Sindical e deputado federal
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O desemprego e a luta dos trabalhadores! – por Paulo Pereira da Silva
O desemprego assustador, que tanto penaliza os trabalhadores brasileiros, já ceifou 14,2 milhões de vagas formais. É ele, na atualidade, o grande mal a ser combatido. O trabalhador que, num piscar de olhos, se vê impedido de pagar suas contas mais básicas, ou manter o sustento de sua família, fica totalmente vulnerável a consequências devastadoras em profusão, que podem levar à total desagregação familiar. E enquanto o desemprego segue sua caminhada acelerada, o que o governo vem fazendo para sanar este flagelo que assola o País? Enquanto o desemprego mostra-se irredutível, o governo teima em fazer com que suas propostas de reformas da Previdência e trabalhista sejam aprovadas à toque de caixa, mesmo que isto signifique a supressão de direitos da classe trabalhadora. Sanar os cofres públicos e a Previdência à custa do sacrifício dos trabalhadores é desumano. O que o governo parece não entender é que, para combater com eficácia o desemprego, ele tem de rever seus conceitos, reduzir juros, incentivar os investimentos na indústria, fomentar a produção e o consumo. E ainda será pouco diante do potencial negativo que sua falta traz para os trabalhadores. Nossa mobilização pelos empregos e contra a retirada de direitos não vai parar. Pelo contrário, será cada vez mais intensa e intrínseca com os anseios dos trabalhadores. E esta luta é de todos nós! Paulo Pereira da Silva (Paulinho) presidente da Força Sindical
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Mobilizar ainda mais! – por Paulo Pereira da Silva (Paulinho)
Após a aprovação na Câmara dos Deputados das terríveis propostas de reformas da Previdência e trabalhista elaboradas pelo governo, a Força Sindical e as demais centrais, que desde o anúncio das mesmas vêm lutando por mudanças nos textos originais, inclusive com paralisações e greves por todo o País em 28 de abril – o movimento mais comentado na história da Internet brasileira, segundo a FGV –, decidiram que não há mais tempo a perder. Em reunião realizada na última 5ª feira, 4, na sede da CUT, com representantes de todas as centrais, ficou decidido que, entre hoje, dia 8, e o dia 12, um grupo de dirigentes estará em Brasília para dialogar com deputados e senadores sobre os temas em questão, que tramitam no Congresso, enquanto um outro grupo vai procurar os parlamentares em seus Estados para debater as propostas e firmar a posição da classe trabalhadora. Entre os dias 15 e 19 as centrais decidiram #Ocupar Brasília. Nesse período, trabalhadores dos mais variados setores realizarão atos no DF em um determinado dia da semana. Haverá também uma “Marcha para Brasília” e um grandioso ato na Capital Federal em data a ser definida de acordo com o cronograma das votações. De acordo com o dia marcado para o ato desta ou daquela categoria, cada sindicato deve levar, no mínimo, um ônibus repleto de trabalhadores. Quando falamos em reformas, seja numa roupa, num sofá, num carro ou num imóvel, é porque queremos melhorá-los, torná-los mais confortáveis, bonitos, aconchegantes. Já as propostas do governo, em vez de trazer conforto e paz, trazem prejuízos incalculáveis para esta e para as futuras gerações. Um mal que, levado adiante, será irrecuperável. Para que alcancemos nossos objetivos, de trabalho decente e uma aposentadoria digna, é preciso que nos mobilizemos ainda mais. Precisamos mostrar ao governo e aos parlamentares aliados do governo que não abriremos mão dos nossos direitos. Precisamos encher o Brasil de protestos e demonstrar toda a nossa união. Somos trabalhadores, não cobaias de laboratório, e queremos respeito. Paulo Pereira da Silva – Paulinho Presidente da Força Sindical e deputado federal
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Um 1º de Maio de lutas! – por Paulo Pereira da Silva
O Dia Internacional do Trabalho, o 1º de Maio da Força Sindical, realizado pela 20ª vez consecutiva neste ano, será muito mais do que apenas uma data comemorativa. Será uma manifestação legítima de protesto dos trabalhadores contra as propostas de reformas da Previdência e trabalhista elaboradas pelo governo, que suprimem direitos. Um dia voltado à reflexão e à luta. A Força Sindical e as demais centrais realizaram, na 6ª feira, 28, manifestações e greves por todo o País. Estima-se que cerca de 40 milhões de pessoas cruzaram seus braços e não trabalharam neste dia, e milhares de estabelecimentos comerciais, industriais e de serviços fecharam suas portas. Um sucesso absoluto que encontrou apoio de toda a sociedade, num recado claro ao governo e a parlamentares da base aliada de que não aceitaremos o retrocesso da perda de direitos! Afinal, não podemos “engolir” o desrespeito que o governo vem dedicando justamente aos mais vulneráveis e menos favorecidos economicamente: os trabalhadores. Somos protagonistas, e como tal temos de debater, propor soluções, resistir, nos mobilizarmos e fazer com que nossas vozes sejam ouvidas. A proposta de reforma da Previdência, por exemplo, praticamente impossibilita o acesso à aposentadoria, reduz ao longo dos anos o valor dos benefícios e é injusta com as mulheres. Quanto à trabalhista, já aprovada na Câmara, é uma demonstração inequívoca de insensibilidade do governo. Ela acaba com a contribuição sindical, enfraquecendo as entidades sindicais e a luta dos trabalhadores, e ameaça conquistas como férias e 13º salário, entre outras. Compareçam ao 1º de Maio da Força, na Praça Campo de Bagatelle, das 9 às 15 horas. Curtam os shows gratuitos com grandes nomes da nossa música, como Maiara & Maraísa, Bruno & Marrone, Simone & Simaria, Zezé Di Camargo & Luciano e Michel Teló, entre outros, e concorram aos 19 automóveis 0km que serão sorteados. Curtam o nosso 1º de Maio, mas nunca deixem de participar ativamente das lutas dos trabalhadores brasileiros. Paulo Pereira da Silva – Paulinho Presidente da Força Sindical e deputado federal
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28 de abril: um dia para entrar para a história! – por Paulo Pereira da Silva (Paulinho da...
O “Dia Nacional de Paralisações, Atos e Greves”, organizado pelas centrais e a ser realizado no próximo dia 28, tem tudo para tornar-se um marco histórico na resistência da classe trabalhadora contra as frequentes ameaças do governo de, sob a alegação de sanar os cofres públicos, suprimir direitos de todos os brasileiros que trabalham formalmente. Só que, para que alcancemos este objetivo, é necessário que todos participem maciçamente dos atos e das paralisações que acontecerão por todo o País contra as propostas de reformas na Previdência Social e trabalhista que o governo quer impor a todos os brasileiros, lançando escuridão total sobre a luz de um futuro melhor e mais digno. Precisamos de milhões de brasileiros nas ruas manifestando-se e paralisando suas atividades mostrando que não aceitamos retrocessos. No dia 28 sair de casa para trabalhar, para ir à escola ou cumprir qualquer outro compromisso será muito complicado. Não haverá ônibus, trens ou metrô. Boa parte do comércio deverá parar, assim como empresas e bancos, entre outros serviços. Sair de casa, só para reivindicar e demonstrar todo o nosso descontentamento com a maldade que querem nos impor. Faça sua parte! É o futuro de todos os brasileiros que está em jogo! No dia 28 vamos tomar as ruas do País contra a retirada de direitos! Contamos com você! Paulo Pereira da Silva, Paulinho da Força Presidente da Força Sindical  
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Somos os Trabalhadores Brasileiros! – por Paulo Pereira da Silva
Mais do que nunca a união de todos os brasileiros se faz necessária. No próximo dia 28, “Dia Nacional de Paralisações, Atos e Greves”, vamos mobilizar o Brasil e mostrar que não aceitamos retrocessos quando o que está em jogo são o presente e o futuro de toda uma Nação. As manifestações organizadas pelas centrais sindicais acontecerão por todo o País, e a participação de todos é fundamental para que alcancemos nossos objetivos. O que o governo quer fazer é desumano. Quando a gente planeja uma reforma em nossa casa é para melhorá-la, torná-la mais confortável, segura. Já o que o governo quer fazer é justamente o oposto. As propostas de reformas da Previdência e trabalhista que ele quer nos impor são punhaladas que vão suprimir direitos históricos dos trabalhadores, como dificultar o acesso à aposentadoria, às nossas férias, à nossa jornada de trabalho e à PLR, e ter o nosso trabalho precarizado. O governo, após uma articulação de bastidores com a base aliada, conseguiu aprovar na 4ª feira, 19, no plenário da Câmara, com 287 votos a favor, o regime de urgência para a tramitação da reforma trabalhista, revertendo, assim, a derrota sofrida no dia anterior, ao não conseguir os 257 votos necessários. Desta forma ele pune os trabalhadores e permite que a reforma seja votada logo, além de abrir caminho para a aprovação da reforma previdenciária. Ninguém pode determinar tal arbitrariedade sem um diálogo amplo com toda a sociedade. No dia 28 o transporte, já deficitário, estará ainda pior; empresas vão paralisar suas atividades e alunos não irão para suas aulas. Mas nós temos de engrossar fileiras na defesa dos nossos direitos. Se as propostas do governo forem aprovadas como estão, os prejuízos para os trabalhadores serão incalculáveis. Temos de estar unidos e sair às ruas para lançar nosso brado de protesto contra a retirada de direitos. É uma covardia condenar milhões de trabalhadores ao anonimato absoluto, pois nós temos nome e sobrenome: somos os “Trabalhadores Brasileiros”. Participem, pois esta luta é de todos nós! Paulo Pereira da Silva – Paulinho Presidente da Força Sindical e deputado federal
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Dia 28, dia de atos e greves – por Paulo Pereira da Silva (Paulinho da Força)
O que o governo pretende fazer sob a alegação de sanar os cofres públicos e tirar a Previdência do buraco à custa da supressão de direitos dos trabalhadores é um verdadeiro atentado contra quem tanto fez, e continua fazendo, pelo crescimento da Nação. As inaceitáveis propostas de reformas da Previdência e trabalhista, e o projeto de terceirização já aprovado no Congresso, transformaram-se em verdadeiros algozes de todos os brasileiros que trabalham e sonham com uma vida melhor e uma aposentadoria digna. A Força Sindical e as demais centrais, ante o quadro caótico que ameaça direitos históricos da classe trabalhadora, decidiram, em unidade de ação, promover, no dia 28 de abril, o “Dia Nacional de Paralisações, Atos e Greves”, um conjunto de eventos que será realizado por todo o País em protesto contra os textos apresentados pelo governo. A mobilização de todos os setores da sociedade será fundamental para que alcancemos nossos objetivos. Só unidos conseguiremos brecar as pretensões do governo e preservar nossas conquistas. Temos de demonstrar ao governo e aos parlamentares que não aceitamos retrocesso e autoritarismo. Nossos direitos são legítimos, e como tal devem ser tratados. Todos às ruas no dia 28 contra a retirada de direitos. Afinal, é o futuro dos trabalhadores brasileiros, e do próprio Brasil, que estão em jogo. Paulo Pereira da Silva, Paulinho da Força presidente da Força Sindical
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Dia 28: um NÃO às propostas do governo! – por Paulo Pereira da Silva (Paulinho da Força)
O próximo dia 28 tem tudo para tornar-se uma data histórica no cenário de lutas do movimento sindical brasileiro. Nesse dia as centrais sindicais estarão realizando manifestações, paralisações e greves por todo o País, no chamado “Dia Nacional de Paralisações, Atos e Greves”, em protesto contra as propostas de reformas da Previdência e a trabalhista, e ainda contra a terceirização, elaboradas pelo governo. É importante que as manifestações sejam, além de pacíficas e democráticas, testemunhas da união e da capacidade de mobilização que tem o conjunto dos trabalhadores na defesa dos seus direitos, e de todo o descontentamento que as propostas absurdas do governo causaram a quem tanto fez, e continua fazendo, para o engrandecimento da Nação. Atravessamos um período conturbado de crise econômica, juros altos, crédito caro, produção em baixa, consumo inibido, queda dos investimentos no setor produtivo e uma taxa de desemprego que já ultrapassou a casa dos treze milhões de brasileiros diretamente afetados. Não bastasse esse quadro extremamente negativo, ainda ter a pretensão de sanar os cofres públicos à custa da retirada de direitos justamente dos que mais precisam? Absurdo dos absurdos! Os atos, como já dissemos, acontecerão por todo o território nacional, e é fundamental que todos os trabalhadores, dirigentes, sindicatos, federações, confederações, centrais sindicais e demais setores da sociedade encampem esta luta, que é de todos os brasileiros. Se aprovadas as reformas e a terceirização em seus textos originais, não seremos apenas nós que vamos sofrer seus efeitos danosos, mas todas as gerações que estão por vir. No dia 28 de abril, vamos às ruas contra as propostas de reformas da Previdência e a trabalhista, e contra a terceirização, com as quais o governo quer minar a resistência dos trabalhadores e de seus representantes. Não aceitaremos, em hipótese alguma, retrocesso no que se refere aos nossos direitos trabalhistas, sociais e previdenciários. No dia 28 de abril, um NÃO estrondoso às propostas do governo! Paulo Pereira da Silva – Paulinho Presidente da Força Sindical e deputado federal
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Causas nacionais – por José Pereira dos Santos
No próximo dia 30, nosso Sindicato completará 54 anos. A passagem do aniversário se dará alguns dias após a grande paralisação nacional chamada pelas Centrais Sindicais, para 28 de abril. Ou seja, o aniversário da entidade dos metalúrgicos de Guarulhos e região se dará num contexto de fortes lutas sindicais contra reformas que visam cortar direitos. Não será a primeira vez que o Sindicato participa de lutas gerais, em defesa dos direitos. Muito pelo contrário. Ainda na ditadura, quando o regime baixou os decretos-leis de arrocho salarial, 2.045 e 2.064, fomos à luta para derrubar as medidas nocivas, tendo, inclusive, participado da histórica greve geral de 21 de julho de 1983. Portanto, a decisão de lutar, mobilizar, articular, defender e resistir é frequente na vida do movimento sindical, pois a classe trabalhadora está sempre enfrentando algum problema ou vários problemas, ao mesmo tempo. Na atual conjuntura, somos duramente afetados pelo forte desemprego e pelo rebaixamento dos salários. Também estamos resistindo aos ataques a direitos e conquistas, que acontecem por meio das reformas da Previdência (PEC 287), PL da terceirização irrestrita (4.302/98) e do projeto de reforma trabalhista. Registro que, embora essa luta tenha um centro marcadamente sindical, nosso movimento vem ganhando apoios. Cito três, entre muitos: o da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB); da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra); e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-Nacional). São apoios que dão peso às nossas bandeiras. Mas o sindicalismo não luta apenas contra governantes ou patrões. Nosso movimento tem tradição de lutar a favor das causas justas, como fizemos quando reivindicamos a Assembleia Nacional Constituinte, as Diretas-Já e, mais recentemente, ao buscar uma política continuada de aumento real para o salário mínimo. Cito, para reafirmar algumas bandeiras atuais do sindicalismo, o esforço do movimento pelo fortalecimento da indústria nacional, a redução expressiva da taxa de juros e a garantia de conteúdo nacional para a indústria em setores estratégicos, como óleo e gás e o setor naval. Milito no sindicalismo desde os anos 80. Não tivemos só acerto de lá para cá. Mas o sindicalismo tem um nível de acerto alto e concreto. Portanto, se você ver o movimento nas ruas, empunhando nossas bandeiras, saiba que estamos, ao mesmo tempo, defendendo o interesse dos trabalhadores e os interesses gerais do povo brasileiro. Essencialmente, nossa causa é a própria causa da Nação. José Pereira dos Santos é presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos
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Povo e Congresso rejeitam propostas – por Paulo Pereira da Silva (Paulinho)
Apesar de a proposta de reforma da Previdência elaborada pelo governo, dura demais com os trabalhadores, ser rejeitada por 251 deputados – 95 parlamentares são favoráveis ao texto apresentado –, o governo, teimosamente, segue garantindo que a reforma será aprovada. Para que a proposta seja aprovada são necessários 308 votos a favor, três quintos dos 513 deputados da Câmara. E mesmo entre os deputados favoráveis à proposta do governo, 84 deles têm ressalvas quanto ao texto original. O jornal “O Estado de S.Paulo”, que idealizou a pesquisa, havia conversado, até a noite da última quarta-feira, dia 5, com 436 deputados, mas 54 não quiseram responder, 35 afirmaram estar indecisos, 1 se absteve e 77 parlamentares não foram localizados. Mas que ninguém pense que a guerra está ganha, pois estamos enfrentando forças poderosíssimas. Vamos continuar conversando com os parlamentares, no Congresso e nos seus redutos eleitorais, para sensibilizá-los a abraçar a causa dos trabalhadores. No dia 28 de abril as centrais sindicais, com unidade na luta, vão realizar o “Dia Nacional de Paralisações, Atos e Greves”, com manifestações e paralisações por todo o País, em protesto contra a proposta das reformas previdenciária e trabalhista, e contra a terceirização, que precariza o trabalho. Contamos com todas os sindicatos, federações, confederações, trabalhadores, aposentados e demais setores da sociedade a somar forças na luta contra as propostas de reformas que suprimem direitos. Temos de unir nossas vozes num NÃO estrondoso contra esta arbitrariedade que o governo quer impingir sobre os trabalhadores, mas para isto nossa união, mobilização e participação efetiva na luta serão fundamentais. No próximo dia 28 todos, unidos, nas manifestações por todo o País contra a retirada de direitos previdenciários, trabalhistas e sociais. Trabalhamos duro ao longo dos anos almejando dias melhores, e não serão devaneios políticos que vão fazer ruir nossos ideais de uma vida melhor e uma aposentadoria digna. Paulo Pereira da Silva – Paulinho Presidente da Força Sindical e deputado federal