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Com PPE, metalúrgicos barram 750 cortes na Caterpillar
O Programa de Proteção ao Emprego foi acionado com sucesso mais uma vez. Após intensa pressão do Sindicato dos Metalúrgicos de Piraciba, a direção da fabricante de tratores Caterpillar aceitou suspender anunciadas 750 demissões, num universo de 4 mil trabalhadores, e aderir ao PPE. "Esse mecanismo é muito positivo para o momento da economia, mas só funciona de verdade quando as categorias profissionais ameaçadas se levantam para defender seus empregos", disse ao BR: o sindicalista José Florêncio da Silva, o Bahia, presidente da entidade. O sindicato tem monitorado, ao longo de todo o ano, a situação do emprego na Caterpillar. A empresa é responsável, junto com a Hiundai, pela base da economia de Piracicaba e região, no interior de São Paulo. Os primeiros anúncios, pela empresa, de intenção de cortar trabalhadores foram respondidos com aumento da mobilização dentro da fábrica. "Sem pressão, não teria dado certo", explica Bahia, lembrando que todas as negociações com a Caterpillar foram acompanhadas pelos trabalhadores em estado de alerta. Na semana passada, vencidas as etapas burocráticas, o acorde de manutenção de empregos foi assinado. "Além dos seis meses de estabilidade, conseguimos a garantia de que não haverá dispensas pelos dois meses seguintes". Já aplicado na Ford, em São Bernardo do Campo, para brecar 1,5 mil demissões anunciadas pela Mercedes, o PPE vai se mostrando um importante instrumento de defesa do trabalhador contra o avanço do desemprego.
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Aposentados: 1ª parcela do 13º sai em setembro
Está publicado na edição desta sexta-feira 4 o decreto do governo que garante o pagamento em setembro da 1ª parcela do 13º salários dos aposentados. Leia mais... Publicado decreto que garante adiantamento de parte do 13º salário a aposentados Daniel Lima - Repórter da Agência Brasil O Diário Oficial da União publica hoje (4) o decreto da presidenta Dilma Rousseff que garante o adiantamento de parte do décimo terceiro salário dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social. De acordo com o decreto, a primeira parcela será até 50% do valor do benefício relativo ao mês de setembro e vai ser paga juntamente com os benefícios correspondentes a este mês. A segunda parcela corresponderá à diferença entre o valor total do abono anual e o valor da parcela antecipada e será paga juntamente com os benefícios do mês de novembro. Anteriormente, a intenção do governo era fazer o adiantamento em duas parcelas, de 25% cada uma, pagas nos meses de setembro e outubro. Desde 2006, segundo o Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical, a antecipação era creditada em agosto.
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Crise desafia 500 mil comerciários a manter ganhos
Em São Paulo, categoria cresceu junto com 'boom' do consumo; ganhos salariais acima da inflação somam 22,8% desde 2004; agora, porém, setor patronal oferece 80% do INPC; momento delicado inclui fechamento de uma centena de concessionárias de veículos na maior cidade do País Os meses de setembro, outubro e novembro têm trazido ganhos reais de salários para os cerca de 500 mil comerciários da maior cidade do País. O desafio deles, neste momento, é manter o sorriso no rosto - e o ganho no bolso - em meio à agudização da crise. Apenas no setor de venda de veículos, São Paulo amargou ao longo deste ano o fechamento de nada menos que cem concessionárias de veículos. Na semana passada, a FGV divulgou a queda de 4,1% na confiança dos comerciantes entre julho e agosto. O grau de satisfação com a demanda sofreu um tombo de 12,1%, o nível mais baixo da série histórica iniciada em março de 2010. "A crise chegou na ponta da economia", reconhece o sindicalista Ricardo Patah, presidente da central UGT e do sindicato dos comerciários de São Paulo. "Mas enquanto o setor industrial conta com o PPE - Plano de Proteção ao Emprego - para se defender, nós não contamos com nenhuma defesa articulada pelo governo". Na mesa de negociações da campanha salarial dos comerciários, o setor patronal está oferecendo um reajuste abaixo da inflação, à base de 80% do INPC. Além disso, muitas empresas querem que esse ajuste se dê em duas parcelas, tal o quadro de baixa nas vendas. Para alcançar ao menos a reposição da inflação e algum ganho real, os comerciários planejam manifestações pela valorização da categoria, diante de grandes endereços empregadores. "Não foi fácil obtermos aumentos reais durante 11 anos consecutivamente", diz Patah ao BR:. "Andar para trás agora é inaceitável. Não vamos pagar pela crise".  
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Greve 100% e PPE barram 1,5 mil cortes na Mercedes
Vitória dos metalúrgicos de São Bernardo do Campo; greve de 10 mil trabalhadores da Mercados alcança resultado de fazer multinacional alemã suspender 1,5 mil demissões anunciadas; Plano de Proteção ao Emprego foi acionado pela primeira vez em uma montadora; ao BR:, presidente do sindicato dos metalúrgicos do ABC, Rafael Marques, comemorou desfecho: "Com a ajuda de Deus, PPE e povo na rua, vencemos!" Depois de uma greve de uma semana, os trabalhadores na Mercedes-Benz em São Bernardo do Campo entraram em acordo com a empresa e decidiram em assembleia realizada na manhã desta segunda-feira (31) encerrar a greve iniciada há uma semana. A proposta negociada entre o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e a companhia abrange a reversão das 1.500 demissões anunciadas no início de agosto e a adesão da fábrica ao PPE (Programa de Proteção ao Emprego), que permite a redução temporária da jornada de trabalho e dos salários em até 30%, com financiamento pelo Governo Federal de metade do salário reduzido. Conforme o sindicato, o acordo prevê a redução de 20% da jornada de trabalho por nove meses, com redução de 10% dos salários para todos os 10 mil trabalhadores da fábrica. Os outros 10% serão financiados pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), conforme determina o programa. Dessa forma, não representarão queda de salários, apesar de significarem economia para a empresa. Segundo a Mercedes, também foi acertada para o reajuste do próximo ano a aplicação de 50% do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) —no primeiro semestre desse ano, 14% dos acordos salariais foram realizados abaixo do índice. O acordo suspende todas as demissões e garante estabilidade até o dia 31 de agosto de 2016. Abaixo, cenas da greve vitoriosa na Mercedes:
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Centrais pressionam BC contra mais juros
  Manifestação unitária de centrais sindicais ocorre na porta do Banco Central, em São Paulo; Copom divulga amanhã se vai subir juros além dos 14,25% atuais. O Brasil no geral, e os trabalhadores brasileiros em particular, não aceitam nova decisão de alta da taxa básica de juros pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. O recado foi dado na manhã desta terça-feira 1, em São Paulo, na porta da sede do BC, na avenida Paulista, em manifestação que reuniu militantes das centrais sindicais. "O remédio escolhido pelo governo está matando o paciente que é o Brasil e a nossa gente", afirmou ao BR: o secretário-geral da central Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna. O Copom começou hoje sua reunião mensal em Brasília, com decisão sobre a taxa Selic a ser anunciada amanhã. Atualmente, a taxa está em 14,25%.        
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Projeto digital do Itaú tem custo social de 30 mil vagas
Hoje com 93 mil empregados, banco anuncia a investidores que fechará 15% de suas agências nos próximos três anos; e um total de 50% em dez anos; com 60 mil bancários atuando em sua rede de agências, eliminação de endereços físicos ameaça um efetivo de 9 mil bancários no curto e médio prazos; e um total de 30 mil empregados em uma década;  emblemática agência na Avenida Paulista é a primeira a ter portas baixadas; banqueiro Roberto Setubal não comenta a sangria anunciada Os executivos reunidos dez dias atrás, em São Paulo, em evento da Apimec - Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos no Mercado de Capitais - gostaram do que ouviram. Mas os bancários do lado de fora têm motivos para ficarem muito preocupados com as notícias dadas pelo presidente do banco Itaú, Roberto Setubal, e seu braço direito para a área de varejo, Marco Bonomi. Entre sorrisos, ambos os líderes revelaram os planos do Itaú para o crescimento da área digital de suas atividades - e esses planos passam por profundos cortes em agências, com a consequente exterminação de postos de trabalho. "Em três anos, pretendemos reduzir nosso número de agências em 15%", anunciou Bonomi na Apimec. "E em 10 anos, 50% delas serão fechadas". Traduzindo essa estratégia em empregos, a conta é simples. O Itaú tem, hoje, 93 mil empregados. Destes, 60 mil trabalham em agências físicas. Um corte de 15% nesses endereços, portanto, irá significar, nos próximos três anos, como adiantou o executivo, cerca de 9 mil empregos sob ameaça de extinção pura e simples. Em dez anos, quando metade das agências do Itaú já não existirão mais, 30 mil empregos bancários tendem a desaparecer junto com elas. GERENTES NA LINHA DE TIRO - Os gerentes das agências do Itaú, como se depreende da apresentação feita por Setubal e Bonomia na reunião da Apimec, estão na primeira fila dos cortes potencialmente embutidos na estratégia digital do Itaú. Afinal, como anotou o jornalista Geraldo Samov, que assistiu a exposição, os gerentes estão perdendo a corrida da rentabilidade para os meios eletrônicos. "No primeiro semestre deste ano, 36% do resultado da área de varejo do Itaú foram gerados por operações que aconteceram na plataformas mobile ou pela internet. Há três anos, este número era de apenas 8%", escreveu Samov sobre os números mostrados por Bonomi. "Os gerentes do banco, que geravam 83% do resultado em 2012, agora geram 46%, de acordo com uma apresentação que o banco fez a investidores e está disponível em seu site", completou. Abaixo, texto publicado na página eletrônica da revista Veja, com notícia sobre a apresentação de Setúbal e Bonomi na Apimec: No Itaú Unibanco, menos tijolo, mais algoritmo Banco pode fechar metade das agências em 10 anos Por: Geraldo Samor 24/08/2015 às 7:15 Compartilhe no Facebook Compartilhe no Twitter Compartilhe no Google+ Enviar por e-mail Ver comentários (69) Daqui a dez anos, o Itaú Unibanco pode ter apenas metade do número de agências que tem hoje e, nos próximos três anos, o corte já atingirá 15%, disse Marco Bonomi, o executivo que manda em toda a área de varejo do banco, em reunião com acionistas na semana passada. No mesmo evento, o CEO Roberto Setúbal disse aos investidores que o Itaú não foi agressivo na disputa pelo HSBC porque "estamos acreditando muito mais na agência digital do que na agência do tijolo físico." O Bradesco pagou 17,6 bilhões de reais pela operação brasileira do banco inglês. As projeções de Bonomi sobre a rede física do Itaú e o fato do banco estar mais obcecado por algoritmos do que por expandir esta rede mostram que o Itaú começou a colher frutos tangíveis de sua estratégia digital 15 anos depois de abraçar a internet em sua comunicação, quando aninhou seu ‘i’ na @rroba laranja. No primeiro semestre deste ano, 36% do resultado da área de varejo do Itaú foram gerados por operações que aconteceram na plataformas mobile ou pela internet. Há três anos, este número era de apenas 8%. Os gerentes do banco, que geravam 83% do resultado em 2012, agora geram 46%, de acordo com uma apresentação que o banco fez a investidores e está disponível em seu site. O principal pilar da estratégia digital do Itaú é a abertura das chamadas agências digitais, um conceito que vai além do ‘internet banking’ tradicional porque inclui um relacionamento com um gerente e sua equipe de apoio. No segmento Personnalité, por exemplo, os ‘clientes digitais’ têm acesso a seu gerente de 7 da manhã à meia-noite, e se comunicam com ele e sua equipe por telefone, SMS, videconferência, email ou chat. Há dois anos, o Itaú começou a abrir essas agências digitais para os clientes do Personnalité, que exige dos clientes um saldo mínimo de investimentos de 100 mil reais. O segmento tem hoje 44 agências digitais que atendem 254 mil clientes — um número que deve dobrar até o fim do ano que vem. Agora, o banco está estendendo essa proposta digital ao Uniclass, onde espera atender 1,5 milhão de clientes em agências digitais até o fim de 2016. Os esforços do Itaú mostram uma instituição brasileira tentando se reinventar no momento em que, no mundo todo, os bancos são ameaçados pela desintermediação financeira e desafiados por novas tecnologias, que cada vez mais reduzem a tradicional agência bancária a uma armadilha demográfica: um lugar adorado pelos vovôs… e desprezado por seus netos. Setúbal não gosta quando chamam o investimento do banco em tecnologia de ‘aposta.’ "Aposta significa um risco muito elevado…" disse ele. "Dá aquela ideia de [algo] que pode dar certo ou não. Não estamos fazendo uma aposta, e sim um grande investimento, que acreditamos que vai ter um grande retorno. A demanda está lá. O cliente fica mais satisfeito e o banco consegue operar com custos menores." Segundo o Itaú, no segmento Uniclass a rentabilidade da agência digital é 10 vezes maior do que da agência física. Em 2008, o ano da fusão entre o Itaú e o Unibanco, 74% das transações do banco eram feitas por canais tradicionais (caixa, caixa eletrônico, e por telefone) e só 26% por canais digitais (internet e mobile). Hoje, de 65% a 70% das transações já são feitas nos canais digitais — e o banco mais do que dobrou de tamanho de lá para cá. (veja gráfico abaixo) Até o caixa eletrônico, que já foi um altar de alta tecnologia e recebia 43% das transações do banco em 2008, hoje responde por apenas 21%. O esforço de digitalização do Itaú começou quando o CRM do banco — um sistema que acompanha e visualiza as interações dos clientes com a empresa — identificou uma ineficiência que, vista em retrospecto, hoje parecia óbvia: enquanto a agência ficava aberta de 10 da manhã às 4 da tarde, os clientes usavam os canais digitais para fazer transações em dois momentos de pico: antes de sair para o trabalho e à noite, ao voltar para casa. "Estávamos com o tijolo físico aberto, custando dinheiro, e o cliente usando a internet…" diz um executivo do banco. O banco também tem investido em melhorar a experiência de uso do cliente na internet, frequentemente se inspirando em sacadas de empresas como Google e Amazon. Por exemplo, no site do banco, o menu tradicional que lista as possíveis transações está sendo complementado por outro, no qual o cliente vai digitar o que deseja, como se estivesse na barra de busca do Google. O Itaú também tem acelerado as atualizações de seu app mobile. Em 2013, lançou oito atualizações. Ano passado, 35. E só no primeiro semestre deste ano, fez 20 — quase uma a cada 10 dias. Geraldo Samor foi correspondente no Brasil do The Wall Street Journal, da agência Dow Jones e da International Financing Review (IFR). Foi produtor do Podcast Rio Bravo e consultor de hedge funds americanos com investimentos no Brasil. Desde 2014, é responsável pelo VEJA Mercados
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Ufa! Aposentados terão metade do 13º já
Centrais sindicais ganham disputa com equipe econômica; metade do 13º dos 30 milhões de aposentados brasileiros começará a ser paga em 24 de setembro; restante será em novembro; Joaquim Levy e cia. queriam segurar pagamento, mas perderam a parada A presidente Dilma Rousseff tomou uma decisão! E favorável aos trabalhadores aposentados!! Contra a intenção da equipe econômica chefiada pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, Dilma fechou com o ministro da Previdência, Carlos Cabas, e decidiu que o governo pagará metade do 13º dos aposentados a partir do dia 24 de setembro. Restante será saldado em novembro. Ameaça era de pagamento de apenas 25% no próximo mês. Valeu a pressão das Centrais Sindicais e de sindicatos filiados para que fosse mantida a antecipação de metade do 13º salário aos cerca de 30 milhões de aposentados e pensionistas da Previdência. O governo federal recuou e decidiu pagar os 50% do benefício junto com os rendimentos de setembro, que serão creditados na conta bancária a partir de 24 do próximo mês. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, pretendia acertar o adiantamento em duas vezes, mas sua proposta foi torpedeada pela Força Sindical, UGT, CUT, e pelo presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical, Carlos Andreu Ortiz. “Todo esse imbróglio mostra a falta de rumo do atual governo”, declarou o dirigente.  
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Juvenal representa CSB em reunião com Miguel Rosseto, em Brasília
Na quarta-feira 26, às 14 horas, no Palácio do Planalto, o ministro Miguel Rosseto, da Secretaria Geral da Presidência da Republica, recebeu dirigentes de centrais sindicais para debater a instalação do Fórum de Debates  sobre políticas de emprego, trabalho, renda e previdência social,em 2 de setembro, com a presença da Presidenta Dilma Rousseff. A CSB foi representada pelo companheiro Juvenal  Pedro Cim. O presidente da CSB, Antônio Neto, participará do Fórum como um dos debatedores. O Fórum vai funcionar durante 6 meses, com uma reunião por mês.  Em cada reunião haverá um painel  para apresentação do tema e posterior tomada de decisão e propostas. O Forum   vai debater 3 temas:1) cenário econômico  e emprego, informalidade,  rotatividade e proteção. 2)  fortalecer a negociação coletiva.3) previdência social. Haverá. ainda, um sub grupo para  debater a situação dos aposentados,  com a participação dos sindicatos de aposentados das centrais.  
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Greve 100% na Mercedes: 10 mil fecharam Anchieta
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