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Polí­tica
Polí­tica
Temer devolve articulação a Dilma
Em conversa na tarde desta segunda-feira 24, em Brasília, o vice-presidente Michel Temer  informou à presidente Dilma Rousseff que não irá mais tratar de nomeações políticas e emendas do governo na legislação produzida pelo Congresso; em outras palavras, Temer deixou claro que não é mais o articulador político do Palácio do Planalto; problemas oficiais só aumentam Azedou o diálogo entre a presidente Dilma Rousseff e o vice-presidente Michel Temer. Já nesta segunda-feira 24, Temer poderá comunicar a Dilma sua decisão de deixar a articulação política do governo. Ele está profundamente insatisfeito com a falta de encaminhamento de acordos fechados com parlamentares que, na prática, são boicotados pelo ministro chefe da Casa Civil, Aluizio Mercadante. Na prática, o que está acontecendo é o seguinte: Temer consegue o apoio de um parlamentar mediante a concessão de cargos ou favores do governo, mas Mercadante se recusa, sistematicamente, a tornar realidade as promessas do vice-presidente aos políticos. Por isso, Temer não quer mais fazer articulação política e nem o PMDB quer continuar pertencendo à base governista. Partido já marcou o dia 15 de novembro, em congresso nacional, para desembarcar de vez.  
Poder Polí­tica
TCU acossa estatais
Tribunal de Contas da União passa o pente-fino sobre a contabilidade das empresas estatais. Primeira descoberta é a participação delas, como sócias, de nada menos do que 234 empresas privadas. Mapeamento de negócios paralelos das empresas públicas abre novo flanco de problemas para o governo.
Polí­tica
PDT quer cartunista na Câmara Municipal em 2016; artista reflete; você votaria ‘nela’?
Os dados estão girando. Há sobre a mesa do cartunista Laerte Coutinho, tão famoso por seu trabalho engajado nas melhores causas sociais como por ter adotado o estilo de vida cross dresser para si próprio, um convite que pode mudar o jeito de olhar a política paulistana - e nacional. O PDT paulistano formulou convite para que Laerte aceite concorrer a vereador pelo partido, nas eleições de 2016. A primeira resposta foi um 'não', seguido, porém, de uma reflexão do artista, em concordância com a tese sobre a importância de um candidato ao seu estilo para oxigenar o quadro político da cidade. "Não penso em ser candidato, mas o moimento LGBT já começou as discussões sobre a necessidade de termos candidatos pertencentes ao próprio movimento", disse Laerte ao Brasil 2 Pontos. Partido pretende insistir. Candidatura de Laerte, de grande potencial eleitoral, pode fazer a diferença em qualquer partido político. Há quem já o veja como candidato a prefeito. O que você acha da ideia?  
Polí­tica
Deputado Carlos Zarattini falou pela bancada:”Não vejo motivo para o afastamento do presidente Cunha”
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, deverá ser bastante vaiado, nesta segunda-feira 24, em São Paulo, durante visita à Assembleia Legislativa. Em Brasília, igualmente, ele será citado entre críticas e ataques na reunião da bancada federal do PT. Mas sobre ambos os episódios Cunha já sabe como se sairá: olímpico e incólume. Profissional, o político que fustiga o governo não está nem um pouco preocupado com a grita da oposição. Controlando a maioria do plenário da Câmara, Cunha joga no quanto pior, melhor para ganhar o tempo que precisa diante da Operação Lava-Jato. Nas contas dele, antes que o cerco da investigação o sufoque, o governo já terá caído – e todo o cenário ficará, então, mais ao seu feitio.
Economia Poder Polí­tica
Dilma recua e faz de CPMF ideia natimorta
Acabou-se o que era azedo; presidente Dilma Rousseff desistiu de incluir na proposta de Orçamento para 2016 a recriação da CPMF, o imposto do cheque Um passo a frente, dois passos para trás. A para muitos enigmática frase do líder comunista Vladmir Lênin foi praticada neste sábado 29 pela presidente Dilma Rousseff. Depois de deixar correr a informação de que pediria ao Congresso a recriação da CPMF, Dilma concluiu em reunião extraordinária com os ministros Nelson Barbosa, do Planejamento, e Aloizio Mercadante, da Casa Civil, que era preciso desistir. E, quase da mesma maneira como surgiu, o imposto do cheque já voltou para a tumba onde foi lançado em 2007. O governo poderia ter passado o final de semana sem mais esse desgaste. Para citar outro personagem importante, fez-se, como diria o Bardo, muito barulho por nada. Abaixo, notícia anterior de BR: O governo pode parar, na expressão de um assessor especial, caso não consiga recursos adicionais bilionários para atravessar o próximo ano. A saída encontrada até o momento é a recriação da CPMF, o imposto do cheque. Pressões dos presidentes do Senado e da Câmara, além da forte oposição do vice-presidente Michel Temer, estão fazendo o núcleo mais próximo da presidente Dilma Rousseff  divergir quanto a, digamos, oportunidade de apresentar formalmente pedido neste sentido ao Congresso. Isso tem de ser feito até a segunda-feira 31. Para resolver a diferença, a Junta Orçamentária do governo, formada pelos ministros Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento) e Alozio Mercadante (Casa Civil), se reuniria com a presidente no domingo 30, mas a própria Dilma antecipou para a noite deste sábado 29 o início da intrincada conversa decisiva. Estará sob a mesa a decisão de enfrentar o desgaste político pela recriação de um imposto que atingiria todas as movimentações financeiras feitas no País. O risco de ir adiante com a ideia será todo de Dilma. A lembrar que, alertando para os riscos políticos do gesto de recriar a CPMF, auxiliares do vice-presidente Michel Temer fizeram saber que ele classifica a novidade como o verdadeiro 'projeto impeachment', tal a capacidade de colocar o Congresso ainda mais na oposição à presidente.