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Financial Times: Temer não cai por falta de sucessor
O jornal britânico Financial Times publicou editorial neste domingo dizendo que o país precisa de “mãos limpas” na política para implementar as reformas necessárias para retomar o crescimento econômico. No texto, o jornal afirma que nunca se acreditou que o presidente Michel Temer fosse santo, mas esperava-se que ele tivesse mais competência que Dilma Rousseff na condução da economia. “Mesmo que seu governo não fosse menos corrupto que o de Rousseff, era mais competente e desfrutava de apoio no Congresso”, diz o Financial Times. O jornal considera que a posição de Temer é menos frágil que de Dilma Rousseff e que as provas apresentadas contra ele não são conclusivas. No entanto, o jornal afirma que o presidente está perdendo apoio rapidamente e a que coalizão que o sustenta ainda não se desfez por falta de substitutos claros para o lugar de Temer. “Rousseff pelo menos tinha um vice-presidente ávido por ocupar seu lugar”, diz o editorial. Na avaliação do jornal, os mercados ainda não mudaram suas apostas e o ambiente econômico é de relativa calma. A expectativa dos investidores é de que, quem quer que seja o sucessor, ele “não terá escolha” a não ser seguir com as reformas. Outro fator de estabilidade no momento é que país não está à beira de nenhuma crise fiscal, diz o Financial Times. Mas a remoção de dois presidentes em dois anos seria “notável”, e a percepção da população é que os governantes estão mais preocupados em escapar das grades que governar, o que é preocupante. “Isso é um caminho perigoso que pode dar abertura para oportunistas e populistas em 2018. Qualquer calma nos mercados pode ser breve”, avalia.
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Planalto está igual “Organizações Tabajara”, ataca Gilmar Mendes
Com DNA tucano, indicado para o STF pelo presidente Fernando Henrique, o ministro Gilmar Mendes passou um sermão em fontes do Palácio do Planalto que sinalizam à imprensa um julgamento favorável ao presidente Michel Temer no Tribunal Superior Eleitoral, a partir do próximo dia 6. "Fontes do Palácio do Planalto ficam palpitando, dizendo à imprensa como os ministros do TSE vão votar, se vai ter pedido de vista, se não vai ter", disse Gilmar. "Isso me irrita profundamente. Eles não sabem absolutamente nada do que vai ocorrer. Não cuidam nem sequer do seu ofício, se fizessem isso não estariam metidos nessa imensa crise". Para Gilmar, "as fontes do Palácio do Planalto são outro ramo das Organizações Tabajara, que é no que o Brasil se transformou".
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“Confissão espontânea” de Temer sobre diálogos com Joesley é notada por Janot, que pede ao STF para colher...
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu autorização ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tomar o depoimento do presidente Michel Temer, do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) e do deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), também afastado do mandato. As diligências foram solicitadas nos inquéritos a que os acusados respondem na Corte, a partir das delações da empresa JBS. Na manifestação, enviada ao ministro Edson Fachin, relator do processo, o procurador também defendeu a validade das gravações entregues pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS. Batista gravou conversas com Temer, Aécio e Loures. No caso do presidente, cuja defesa contestou a validade dos áudios, a PGR sustenta que Temer não negou o encontro com o empresário, no Palácio do Jaburu. Janot citou os pronunciamentos feitos por Temer, na semana passada. “Verifica-se que houve confissão espontânea quanto à existência do encontro não registrado no Palácio do Jaburu e do diálogo entre Michel Temer e Joesley Batista. Por outro lado, também há confissão espontânea nos pronunciamentos do presidente da República, dentre eles podemos citar o diálogo sobre possível corrupção de juízes; o diálogo sobre a relação de Joesley com Eduardo Cunha; o diálogo em que Michel Temer indica Rodrigo Loures para tratar com o colaborador Joesley Batista”, diz a petição. Procurada pela Agência Brasil, a assessoria da Presidência da República afirmou: "Não houve confissão alguma. O presidente apenas confirmou um fato que ocorreu, no qual não houve qualquer ilicitude ou ilegalidade. Não há o que esconder". Os advogados de Rocha Loures e de Aécio Neves também foram procurados, mas não atenderam às ligações da reportagem.
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Meia volta volver!
A indignação com a mistura entre demonstração de autoridade - ou autoritarismo - e as acusações de recebimento de propina que atingem o presidente Michel Temer levou o nosso Gilmar a uma charge dura. Após chamar o Exército em meio à crise política, para ocupar Brasília até o dia 31, Temer voltou atrás e mandou a tropa de volta para o quartel. Comandantes militares não gostaram do chamamento. Nem Gilmar.
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Fritada por Temer por fechar cofre, Maria Silvia deixa BNDES
A presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques, pediu demissão do banco de fomento nesta sexta-feira, 26. A executiva será sucedida interinamente pelo diretor de operações Ricardo Ramos, funcionário de carreira da instituição. Maria Silvia alegou motivos pessoais para deixar o cargo. Em comunicado, ela diz que deixa o posto "com orgulho de ter feito parte da história da instituição". A executiva assumiu o cargo em junho do ano passado e era alvo de fogo amigo no governo. Em nota, o presidente Michel Temer manifestou profundo agradecimento à executiva e afirmou que Maria Silvia presidiu o banco "de forma honesta, competente e séria". Em meios às críticas nos bastidores da classe empresarial de que a executiva estava fazendo uma gestão dura no banco, ampliando a dificuldade de acesso ao crédito, a nota ressalta que o trabalho de Maria Silvia "honrou o governo e moralizou um setor estratégico para o País". "Despolitizando a relação com o setor empresarial e elegendo critérios profissionais e técnicos para a escolha de projetos a serem contemplados com financiamentos oriundos de recursos públicos", afirma. "Deixará como legado um modelo a ser seguido em toda máquina pública", completa. Maria Silvia enfrenta ‘fogo amigo’ no governo Temer esteve com Maria Silvia hoje, às 14h30, numa reunião que foi incluída posteriormente em sua agenda. Logo após, o BNDES divulgou um comunicado oficial informando sobre a saída da executiva. O diretor de operações indiretas, Ricardo Ramos, responderá interinamente pela presidência do banco. Ramos é funcionário de carreira da instituição de fomento. Maria Silvia deixa o BNDES em meio a uma crise deflagrada pela Operação Bullish da Polícia Federal. A investigação apura fraudes e irregularidades em aportes concedidos pelo banco de fomento por meio de sua subsidiária, BNDESPar, à JBS por meio do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci. A PF suspeita que o ex-ministro tenha sido um dos mentores e organizador, por meio de sua empresa de consultoria, da transformação do frigorífico na maior empresa de carnes do mundo. Delações de executivos da JBS foram divulgadas na semana passada e são motivo de uma crise política envolvendo o próprio presidente Michel Temer. Funcionários do BNDES rebatem acusação de fraude Por conta da Operação Bullish, diversos funcionários do BNDES foram sofreram condução coercitiva, prática criticada dentro da instituição. Em entrevista à coluna Direto da Fonte, de Sonia Racy, logo após a operação, Maria Silvia defendeu funcionários do banco: "É do interesse do seu corpo funcional e da atual diretoria cooperar ostensivamente para saber se o banco foi usado por terceiros, pois seus empregados cumpriram seu papel de forma proba"./COM CARLA ARAÚJO E TÂNIA MONTEIRO Confira na íntegra o comunicado de Maria Silvia: "Prezados benedenses, Nesta sexta-feira, 26 de maio, informei pessoalmente ao presidente Michel Temer a minha decisão de deixar a presidência do BNDES. Todos os diretores permanecem no cargo e o diretor Ricardo Ramos, pertencente ao quadro de carreira do BNDES, responderá interinamente pela presidência do Banco. Deixo a presidência do BNDES por razões pessoais, com orgulho de ter feito parte da história dessa instituição tão importante para o desenvolvimento do país. Nas duas passagens que tive pelo Banco, como diretora, nos anos 90, e agora, como presidente, vivi experiências desafiadoras e de grande importância para a minha vida profissional e pessoal. Neste ano à frente da diretoria do BNDES busquei olhar para o futuro, estabelecendo novos modelos de negócios e estratégias para o Banco, sem descuidar do passado e do presente, sempre tendo em mente preservar e fortalecer a instituição e seu corpo funcional. Desejo boa sorte a todos, esperando que sigam trabalhando para que o BNDES continue sendo o Banco que há 65 anos faz diferença na vida dos brasileiros. Um grande abraço, Maria Silvia"
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Temer usa estratégia ‘crise, que crise?’, se reúne com ministros e tenta governar como se nada houvesse
O presidente Michel Temer está, neste momento, reunido com os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha; da Secretaria de Governo da Presidência, Antônio Imbassahy; da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco; do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen; além dos ministros Osmar Serraglio, da Justiça; Raul Jungmann da Defesa; e Osmar Terra, do Desenvolvimento Social e Agrário; para discutir, entre outros assuntos, a inclusão do setor de turismo no plano de segurança pública que está sendo elaborado para o Rio de Janeiro. Na reunião, que começou pouco depois das 10h, no Palácio do Planalto, devem ser apresentadas as principais diretrizes do plano. Também deve ser discutida a integração entre órgãos de inteligência, de segurança pública e as Forças Armadas. Para tanto, também participam da reunião no Planalto representantes do Estado Maior das Forças Armadas, da Secretaria Nacional de Segurança Pública, da Agência Brasileira de Inteligência e das polícias Federal e Rodoviária Federal. Mais cedo, às 9h, Temer se reuniu com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e com o senador José Maranhão (PMDB-PB) no Palácio do Jaburu. Também participou da reunião o ministro Antônio Imbassahy. A pauta desse encontro não foi informada pelo Planalto. Empresários A decisão de incluir o setor de turismo no plano de segurança ocorreu ontem (25) durante reunião dos ministros Etchegoyen e Raul Jungmann, com representantes de redes hoteleiras e promotoras de eventos da cidade. Preocupados com a escalada de violência na cidade e lembrando da importância do turismo para a economia do Rio, empresários do setor enviaram uma carta ao presidente Michel Temer pedindo ações emergenciais na área de segurança pública, sob o risco de a imagem da cidade se deteriorar, inclusive, no cenário internacional. De acordo com nota divulgada ontem pelo Ministério da Defesa, tanto a Embratur como a Riotur estarão envolvidas no plano, pois, para o turismo prosperar na cidade, é preciso haver "uma ação que permita ao turista circular pela cidade em segurança".
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Tucanos já querem Tasso presidente e escantear Jobim para a Justiça
As especulações em torno de candidaturas à disputa indireta pela Presidência, em caso de afastamento do presidente Michel Temer, se inverteram. Ontem, uma chapa encabeçada pelo ex-ministro Nelson Jobim, do PMDB, com o senador Tasso Jeireissati, de vice, era a mais focada nas colunas políticas. Hoje, porém, tucanos de alta plumagem passaram os recado aos jornais de que se consideram fortes o suficiente para emplarem Tasso como presidente e escantear Jobim para o Ministério da Justiça. Cresce a corrente dos parlamentares que defendem um nome de dentro do Congresso, portanto mais amistoso à corporação, para o lugar de Temer. Jobim, como se sabe, está fora. A candidatura do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, é outra posta em vários cenários. Em tempo: a condição para Tasso ser candidato, imposta pelos próprios tucanos que fazem a avaliação, é a de ele assumir o compromisso de não concorrer ao pleito direto marcado para outubro de 2018.
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Secretário-geral da Força, Juruna renuncia a acento no Conselhão de Temer
O secretário-geral da central Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, renunciou nesta quinta-feira 25 ao posto que ocupava no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão. Criado pelo ex-presidente Lula, o organismo informal de consulta presidencial foi retomado no ano passado por Michel Temer. Abaixo, a íntegra da carta de renúncia: OFSECGERAL Nº São Paulo, 25 de maio de 2017. AO EXCELENTÍSSIMO SENHOR MICHEL TEMER MD. PRESIDENTE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL BRASÍLIA – DF Senhor Presidente, Venho apresentar, em caráter irrevogável, minha renúncia ao cargo de membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), colegiado de assessoramento do Presidente da República. Tal decisão justifica-se pelo fato de o governo de Vossa Excelência ter optado pelo caminho de impor aos trabalhadores e aos brasileiros mais humildes o ônus dos ajustes econômicos e sociais representados pelas propostas de reforma trabalhista e da Previdência Social, medidas que buscam extinguir direitos fundamentais conquistados pela luta histórica do povo trabalhador e do movimento sindical brasileiro, adotadas a toque de caixa e sem a necessária negociação e construção de consensos, o que deveria comandar a ação de um Conselho plural e tripartite como é o caso do CDES e de qualquer governo democrático preocupado com o bem-estar do povo. Sendo o que tenho para o momento, firmo a presente. Atenciosamente, João Carlos Gonçalves (Juruna) Secretário-geral da Força Sindical
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Recuo de Temer em rasgo autoritário devolve Exército aos quartéis
O decreto que autorizava o emprego das Forças Armadas para Garantia da Lei e da Ordem na Esplanada dos Ministérios, durante as manifestações nesta quarta-feira, 24, foi revogado pelo presidente Michel Temer (PMDB) nesta quinta-feira. A revogação foi publicada em edição extraordinária do Diário Oficial da União. Na justificativa, o presidente declara que a revogação foi possível “considerando a cessação dos atos de depredação e violência e o consequente restabelecimento da Lei e da Ordem no Distrito Federal, em especial na Esplanada dos Ministérios”. A decisão tinha sido anunciada ontem pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann, e teria duração até o próximo dia 31.
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Redes ‘saúdam’ Huck por 17 anos de boa amizade com Aécio
O apresentador Luciano Huck nega ter deletado fotos do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), de quem diz ser amigo há 17 anos, de suas redes sociais. Contraria, assim, a versão que prevalece no 'tribunal da internet', onde foi acusado de tentar apagar os rastros digitais de uma amizade que começou em 2000, "depois que mudei para o Rio a trabalho", como diz o paulista à reportagem, por e-mail. As recentes acusações contra o tucano, distanciado do Senado por ordem do Supremo Tribunal Federal, teriam provocado o "apagão" nos perfis do apresentador da TV Globo -um dos nomes na bolsa de apostas para concorrer à Presidência em 2018. Internautas o provocaram com legendas como "oi @lucianohuck vi que vc apagou todas fotos com o aecio gostaria de saber se está td bem...". "Não haveria razão para deletar quaisquer imagens das minhas páginas. Mas como a internet é um território sem lei, qualquer um pode dizer o que quiser", afirma Huck. Para ele, a confusão pode ter se dado porque muitas fotos com Aécio "são registros antigos, alguns feitos há mais de sete anos, e que por isso naturalmente vão ficando para trás nas timelines das redes sociais". Alguns dos retratos, frisa, "nem meus são". A reportagem fez uma varredura no Instagram de Huck, que é enteado de um tucano velha guarda, Andrea Calabi, ex-secretário da Fazenda de São Paulo. Até a tarde de quarta (24), eram 2.080 fotos postadas desde 2012. Dividem o quadro com Huck personalidades como Madonna, Roberto Carlos, Neymar, Silvio Santos, Caetano Veloso e Gregorio Duvivier. Aécio não está lá. "De coração, não sei te responder", diz o apresentador ao ser questionado sobre a ausência de registros da amizade. "Não faço a menor ideia. Todas as fotos que rodaram nas redes esta semana são muito antigas, não tem nada recente. Podem ter sido postadas nas redes do Aécio, por exemplo. O que posso te garantir com toda a sinceridade é que não apaguei foto alguma recentemente em função dos acontecimentos da semana passada." Algumas das imagens das quais é acusado de se livrar de fato vieram não dele, mas da imprensa ou de outros perfis virtuais. Caso, por exemplo, de uma de 2014, em que Huck faz parte de uma turma que acompanha a apuração de votos da eleição que acabou consagrando Dilma Rousseff (PT), na casa de Andrea Neves, irmã de Aécio e hoje presa. O global está atrás do então presidenciável do PSDB, com adesivo no pulôver onde se lê 45, o número da chapa tucana. Outras fotos trazem os dois amigos sorrindo em roupas sociais, esportivas, de camisa do Brasil e com abadá de um evento musical patrocinado pela Oi. "Que atire a primeira pedra quem nunca se surpreendeu negativamente ou se decepcionou com um amigo", diz Huck. "Não vou renegar minha relação de amizade com ele, nem mesmo em um momento tão negativo da sua vida. Mas é importante que se diga que nunca misturei amizade com política ou negócios em nossa relação." "É evidente a minha enorme decepção e tristeza com tudo o que veio à tona em relação não só a um amigo, mas a alguém que foi governador, senador e que recebeu mais de 51 milhões de votos numa eleição presidencial recente", diz o apresentador. "Acho igualmente importante registrar que considero gravíssimos os fatos recentemente divulgados sobre sua conduta. Se forem comprovados, devem ser punidos com rigor dentro do que determina a Justiça. São comportamentos que refletem de forma emblemática boa parte daquilo que queremos banir da nossa sociedade." O apresentador também foi achincalhado por aparecer em retratos com outros envolvidos em escândalos de corrupção, como o ex-governador do Rio Sérgio Cabral e o empresário Eike Batista. Foi fotografado a bordo de um iate justo com Joesley Batista, dono da JBS e delator que gravou o áudio que ajudou a sepultar a carreira política do amigo. Outro vestígio virtual que voltou para puxar o global pelo pé: um tuíte de 2009 em que ele manda "um parabéns especial para Eike Batista, Eduardo Paes [ex-prefeito do Rio] e Sergio Cabral". "À exceção de Aécio, nenhuma destas figuras é ou foi meu amigo. São, isto sim, pessoas com as quais em circunstâncias diversas estive junto por motivos também diversos", diz. Já a amizade com o político tucano rendeu alguns réveillons em Angra dos Reis, onde Huck e a também apresentadora Angélica, sua esposa, têm casa. Em 2006, a revista "Caras" destacava a presença do casal no aniversário de 15 anos de Gabriela, filha de Aécio (à época governador de Minas) com a ex-mulher Andréa Falcão, "numa noite mineira que agitou o carioquíssimo Museu de Arte Moderna do Rio". Angélica falou de seu "cabelo novo" (tingira as madeixas) e da relação com a família anfitriã. "Somos muito amigos do Aécio, e, pelo pouco que conheci a Gabriela, percebi que ela é uma menina maravilhosa como o pai." Quatro anos depois, revistas de celebridades deram destaque a um jantar que Huck ofereceu ao amigo, então candidato ao Senado. O apresentador André Marques foi DJ na festa que serviu vinho tinto a convidados como Gilberto Gil, Luiza Brunet, Eduardo Paes, Taís Araújo e Carolina Dieckmann. Huck pede para irmos "aos fatos". Pois: "Minha vida é pública há mais de 20 anos e definitivamente não vivo recluso ou encastelado. Ao contrário, sempre fiz questão de viver o dia a dia do país intensamente nas ruas, sem nenhum tipo de preconceito quanto às milhares de pessoas com as quais interagi e interajo cotidianamente. Nesses anos todos, convivi, criei vínculos de amizade ou simplesmente cruzei com muita gente pelo caminho". Com informações da Folhapress.