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Estado Islâmico reivindica autoria de atentado em Londres que matou sete e feriu 48
O grupo jihadista Estado Islâmico (EI) assumiu a autoria do atentado cometido no centro de Londres neste sábado (4), que deixou sete mortos e 48 feridos, informou a emissora britânica BBC. Segundo a Amaq, agência ligada ao grupo terrorista, o EI confirmou que "uma unidade de segurança de combatentes do Estado Islâmico realizou o atentado de ontem" (3). Entre as vítimas, as 21 pessoas que permanecem internadas em cinco hospitais de Londres se encontram em "estado crítico". O ataque começou com um furgão que atropelou vários pedestres na London Bridge, do qual posteriormente saíram três homens com facas que atacaram indiscriminadamente várias pessoas no Borough Market, bem próximo à ponte. Esses três suspeitos foram mortos pelas autoridades policiais ainda na noite de sábado. Em seu último boletim, o chefe da unidade antiterrorista da Polícia Metropolitana de Londres, Mark Rowley, destacou hoje que os agentes realizaram "progressos significativos" nos trabalhos de identificação dos suspeitos, mas a identidade dos autores não foi ainda divulgada. A polícia trabalha sobre a hipótese de que os autores do ataque poderiam pertencer a uma célula terrorista mais ampla, e até agora deteve 12 pessoas por sua possível vinculação ao atentado após efetuar várias operações policiais em um bairro do leste de Londres.
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Terror escolhe adolescentes para atacar na Inglaterra: 22 mortos em explosões em show
Um terrorista suicida provocou, na noite dessa segunda-feira (22), a morte de 22 pessoas, entre elas adolescentes, ao explodir um artefato de fabricação caseira perto da Manchester Arena, informou hoje (23) a polícia dessa cidade, no Norte da Inglaterra. No ataque - ocorrido por volta das 21h35 (horário local, 18h30 em Brasília), ao final de um show da cantora americana Ariana Grande -, 59 pessoas ficaram feridas, segundo o chefe de Polícia de Manchester, Ian Hopkins. "Posso confirmar que há adolescentes entre os mortos", disse Hopkins, em entrevista, divulgada pela Agência EFE. Saiba Mais Explosão durante show de Ariana Grande em Manchester deixa vários mortos O agente informou ainda que a investigação procura estabelecer se o responsável pelo ataque "agiu sozinho ou como parte de uma rede" terrorista. "Acreditamos que o autor levava um artefato explosivo que ele detonou, causando essa atrocidade", afirmou Hopkins. "As famílias e muitos jovens estavam em um show na Manchester Arena e morreram. Os nossos pensamentos estão com as 22 pessoas que morreram, as 59 que ficaram feridas e seus entes queridos", disse. A ministra britânica do Interior, Amber Rudd, qualificou o atentado de barbárie e disse que ele foi destinado a atingir as pessoas "mais vulneráveis da sociedade" e provocar o temor, mas destacou que não o conseguirão. A titular do Interior pediu à população que se mantenha alerta, mas não alarmada, e que se tem alguma coisa para denunciar, que entre em contato com a polícia.
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França se posiciona no centro e consagra Macron com 66%; mas centro existe? dá certo?
O presidente eleito da França, Emmanuel Macron, comemorou neste domingo (7) a vitória no segundo turno das eleições presidenciais, com um discurso para seus eleitores. Ele destacou que o resultado obtido desde o lançamento de seu movimento político, o En Marche!, há pouco mais de um ano, "não tem precedente nem equivalente" na história do país. As informações são da Agência EFE. "O que fizemos nesses meses não tem precedente nem equivalente. Todo mundo dizia que era impossível. Isso é porque não conheciam a França", afirmou Macron, na esplanada do Museu do Louvre, em um discurso para dezenas de milhares de pessoas. O jovem político social liberal, de 39 anos, o mais novo presidente da história da França, reiterou que a tarefa que tem pela frente é imensa. E pediu votos nas eleições legislativas de junho para os candidatos de sua plataforma para construir uma maioria verdadeira, forte, uma maioria da mudança que o país aspira: "Essa maioria de mudança é que espero de vocês em seis semanas, porque continuo precisando", indicou. Macron alertou que o que virá pela frente não será fácil, mas prometeu ao público que sempre dirá a verdade, que protegerá a França e que tem como objetivo unir e reconciliar o país. Saiba Mais Temer parabeniza Macron e diz que Brasil e França continuarão a trabalhar juntos Euro sobe e passa de US$ 1,10 após vitória de Macron Comemoração O presidente eleito chegou ao palco erguido no Louvre em uma sequência de uma cenografia muito bem ensaiada, com o hino oficial da União Europeia tocando ao fundo. No local, lembrou que o museu guarda a história da França, do antigo regime à liberdade de Paris da ocupação nazista, e disse que, nesta noite, a Europa e o mundo olhavam para os franceses porque esperavam que "defendessemos em todas as partes o espírito do Iluminismo". Macron reconheceu que uma parte dos votos conquistados hoje foi veio eleitores que não estão de acordo com suas ideias, mas que decidiram apoiá-lo "em favor da República e contra o extremismo". E a mensagem para eles foi direta: "Protegei a República", disse. O centrista também falou sobre os franceses que votaram em sua adversária. Macron prometeu que fará o possível para que daqui cinco anos eles não tenham nenhuma razão para "votar no extremismo" Apuração Com 100% da apuração concluída, Macron obteve 66,06% dos votos. O resultado se aproxima das estimativas dos institutos de pesquisa, que indicavam que Macron receberia 65% dos votos, contra 35,18% de sua concorrente, a candidata de extrema direita Marine Le Pen Desta forma, Macron teve a segunda vitória mais ampla em um segundo turno desde os tempos de Charles de Gaulle. A maior de todas as diferenças foi registrada pelo conservador Jacques Chirac, que conseguiu 82% dos votos em 2002 quando disputou com o ultradireitista Jean-Marie Le Pen, pai de Marine.
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Entre centro e direita, França vota inclinada mais para Macron que Le Pen
Ao longo do dia de hoje (7) os franceses vão às urnas no segundo turno da eleição que vai definir o presidente para governar o país pelos próximos cinco anos. Na disputa estão o candidato de centro Emmanuel Macron e a de extrema-direita Marine Le Pen. A eleição de hoje é vista como a mais importante na França em décadas, com candidatos que têm visões opostas sobre a Europa. Enquanto a candidata Le Pen, da Frente Nacional, fecharia as fronteiras do país e abandonaria o Euro, o candidato Macron, que nunca assumiu um cargo eleitoral, quer uma cooperação europeia mais intensa e uma economia aberta. No primeiro turno, ocorrido no dia 23 de abril, Macron ficou pouco a frente de Marine Le Pen. Um dia após a votação, a União Europeia rompeu neutralidade e manifestou apoio ao social liberal Emmanuel Macron no segundo turno das eleições presidenciais. Nas últimas semanas os dois candiatos estiveram em intensa campanha para conquistar os votos dos eleitores franceses. Na quarta (3), Marine e Macron se enfrentaram no último debate antes do segundo turno falando sobre quatro grandes temas: economia, terrorismo, educação e Europa. Aos 39 anos, Macron, candidato do partido Em Marcha!, espera tornar-se o presidente mais jovem do país. Ex-banqueiro, estudou em uma das mais respeitadas academias francesas, a Escola Nacional de Administração. Se tornou ministro da Economia e Finanças do governo socialista de François Hollande aos 36 anos. Marine tem 48 anos e tenta ser a primeira mulher a alcançar o posto de chefe de Estado. Ela estudou direito em uma das melhores faculdades francesas em sua área, a Universidade Paris II- Panthéon-Assas. É a presidente da Frente Nacional, partido fundado por seu pai, Jean-Marie. *Com informações da Agência Reuters
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Presidenciais na França: Macron, de centro, já marca 64% contra 36% para direitista Marine Le Pen no 2º...
Num pleito histórico, os franceses elegeram o centrista Emmanuel Macron, do movimento Em Marcha!, e a líder da extrema-direita, Marine Le Pen, da Frente Nacional (FN), para a disputa do segundo turno presidencial, em 7 de maio. Os líderes dos dois tradicionais partidos excluídos do duelo final apelaram pela união em torno da candidatura de Macron para barrar a possibilidade de vitória da direita radical. O conservador François Fillon, de Os Republicanos (LR, na sigla em francês), e Benoît Hamon, do Partido Socialista (PS), manifestaram seu apoio ao candidato centrista. Quarto colocado, Jean-Luc Mélenchon, do movimento de esquerda radical Frente Insubmissa, disse que esperaria os resultados oficiais da eleição para depois consultar suas bases eleitorais e, eventualmente, indicar uma preferência de voto. Em duas pesquisas de opinião realizadas após a divulgação do nome dos dois finalistas, Macron venceria Le Pen no segundo turno por entre 62% e 64%, contra 36% a 38% da rival. A cotação do euro subiu nos mercados asiáticos logo após a divulgação dos primeiros resultados. Com 97% dos votos apurados no fim da noite de ontem, o ex-ministro tinha 23,86%, contra 21,45% da eurodeputada. LÍDERES EUROPEUS CELEBRAM ÊXITO DE MACRON Macron, que aos 39 anos se tornou o candidato mais jovem a se classificar para o segundo turno de uma eleição presidencial francesa, agradeceu o apoio recebido por Fillon e Hamon contra Le Pen, e, em pronunciamento diante de seus partidários, apelou à união por uma virada política no país. — Desejo nos próximos dias me tornar seu presidente. O presidente dos patriotas contra a ameaça dos nacionalistas. O desafio a partir de agora não é o de votar contra quem quer que seja, mas o de abrir uma nova página da vida política francesa. Macron defendeu uma Europa forte e conclamou os franceses a formar uma nova Assembleia Nacional a partir das eleições legislativas de junho: — Os franceses expressaram seu desejo de renovação. É determinante agir para obter a maioria (parlamentar) mais ampla possível para proceder à união de todos os progressistas. A força desta união será determinante para presidir e para governar. Macron recebeu felicitações das lideranças europeias, como o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, e do governo alemão. — Estou certo de que (Macron) varrerá do segundo turno a extrema-direita, o populismo de direita, os antieuropeus — declarou o vice-chanceler federal alemão, Sigmar Gabriel. Quinze anos após o pai, Jean-Marie Le Pen, ter alcançado o segundo turno do pleito presidencial (em 2002, sendo derrotado depois por Jacques Chirac), Marine Le Pen repetiu o feito. Com mais de 7,6 milhões de votos, a FN ultrapassou seu recorde de sufrágios obtidos numa eleição. — Este resultado é histórico — celebrou ela em seu reduto de Hénin-Beaumont, Norte do país. — É hora de libertar o povo francês das elites arrogantes que querem ditar sua conduta. Autoproclamada a única candidata da “verdadeira ruptura” política, ela disse que os franceses deverão agora escolher entre a “desregulação total e sem proteção” e uma França “de fronteiras que protegem nossos empregos, poder de compra, segurança e identidade nacional”. E aproveitou para atacar o rival do segundo turno. — Não será, evidentemente, com o herdeiro de François Hollande, de todos os seus fracassos e deste quinquênio catastrófico, que virá a grande alternância tão esperada — disparou. O pleito deste ano estabelece um ineditismo: pela primeira vez na 5ª República (instituída em 1958), as duas tradicionais forças políticas de direita (LR) e de esquerda (PS) do país ficaram de fora da fase decisiva. François Fillon denunciou as denúncias de corrupção que sacudiram sua campanha, assumiu suas responsabilidades pela derrota, e solicitou a união dos eleitores de direita e do centro para as eleições legislativas. Para o segundo turno presidencial, sua recomendação foi clara: — A abstenção não está nos meus genes, sobretudo quando a extrema-direita passa pelo primeiro turno. O extremismo só pode trazer desgraça e divisão. Eu votarei em Emmanuel Macron — afirmou. O PS sofreu o pior resultado obtido pelo partido em eleições presidenciais. Seu candidato, Benoît Hamon, amargou um desempenho inferior a 7%. — Fracassei em evitar o desastre que se anunciava há meses. Este fracasso é um verdadeiro golpe. Compreendo a sanção histórica, legítima, para o partido. Basta de nossa loucura autodestruidora que faz esquecer os valores do socialismo — desabafou, abatido, antes de apoiar Macron contra “uma inimiga da República”. Eleitores de Jean-Luc Mélenchon culpam a recusa de Benoît Hamon em se aliar à Frente Insubmissa como principal causa da ausência de seu candidato no segundo turno. Ontem, Mélenchon se recusou a solicitar qualquer voto a seus eleitores. — O resultado anunciado não é aquele que esperávamos — admitiu. — Eu não saberia o que dizer nem o que fazer a esta hora. Cada um entre vocês sabe em sua consciência qual o seu dever, ao qual me associo. Não recebi nenhum mandato das 450 mil pessoas que decidiram apresentar minha candidatura para me expressar em seu nome sobre a sequência dos fatos. O presidente François Hollande deverá fazer nos próximos dias, como prometido, uma declaração de indicação de voto, certamente contra a FN. A eleição foi realizada sob tensão e proteção das forças de segurança após o atentado que matou um policial na Avenida Champs-Elysées. O perímetro ao redor de uma seção eleitoral perto do bairro de Saint-Germain-des-Près, em Paris, foi bloqueado por uma hora por suspeita de carro-bomba. Na Praça da Bastilha, duas pessoas ficaram feridas em confronto da polícia com manifestantes “antifascistas e anticapitalistas” contra Macron e Le Pen.
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Gilmar pouco otimista sobre a Páscoa que Trump deseja ao mundo
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Recrudescimento do terror: 22 mortos em atentado no Egito
Pelo menos 22 pessoas morreram e 40 ficaram feridas após explosões ocorridas dentro de duas igrejas coptas (vertente do cristianismo) no Egito. Os fiéis foram atingidos no momento em que participavam de uma missa em comemoração ao Domingo de Ramos, celebração que marca o início da Semana Santa. A primeira explosão foi registrada em Tanta, a cerca de 100 quilômetros do Cairo, capital do país. Duas horas depois, a segunda bomba explodiu em Alexandria, no norte do Egito. Ainda não foram divulgadas informações sobre suspeitos dos dois atentados. As explosões ocorrem a vinte dias da primeira viagem do papa Francisco ao Oriente Médio. O papa deve chegar ao Egito no dia 28 de abril, quando se reunirá com autoridades do governo, lideres muçulmanos e com o papa da Igreja Copta Cristiniana, Teodoro II.
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São Petesburgo: terrorismo é maior suspeita de ataque que matou 9 no metrô
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse nesta segunda-feira que o terrorismo é a principal hipótese sobre a causa das explosões ocorridas no metrô de São Petersburgo. A informação é da Agência EFE. "Naturalmente, sempre analisamos todas as possibilidades, acidental, criminal e, claro, de caráter terrorista", afirmou Putin. O líder do Kremlin fez essas declarações em São Petersburgo, ao iniciar uma reunião com o presidente da Bielorússia, Alexander Lukashenko. "Veremos, a investigação dará em breve uma resposta sobre o que ocorreu nessa tragédia", acrescentou Putin. Segundo os últimos dados, pelo menos dez pessoas morreram e 50 ficaram feridas em duas explosões em estações do metrô da segunda maior cidade russa. O presidente manifestou condolências às famílias das vítimas e desejou recuperação aos feridos.
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Londres: quatro mortos e pelo menos 20 feridos em ataque de inspiração terrorista
Quatro pessoas morreram e ao menos 20 ficaram feridas em um duplo ataque ocorreu hoje (22) perto do Parlamento britânico, em Londres, confirmou um porta-voz da polícia metropolitana, Scotland Yard. As informações são da agência de notícias alemã DPA. A polícia acredita que apenas um homem foi o responsável por atropelar pedestres com um veículo na Ponte de Westminster e logo depois esfaquear um policial em frente ao Parlamento, informou o subcomissário Mark Rowley. Entre os mortos estão uma mulher, o policial, o responsável pelo ataque e uma pessoa, ainda não identificada, disse Rowley. O responsável pelo ataque foi morto a tiros por policiais.
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Estado Islâmico assume autoria de atentado que matou 4 e feriu 29 em Londres
A milícia terrorista Estado Islâmico assumiu hoje (23) a autoria do atentado que aconteceu ontem (22) no centro de Londres, que deixou quatro mortos e 29 feridos. Segundo a agência DPA, porta-vozes do grupo informaram que a operação foi realizada por integrantes do grupo. A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, afirmou hoje na Câmara dos Comuns que a pessoa que realizou o atentado era um britânico, conhecido pelos serviços secretos e com longo histórico de violência extrema. Ela afirmou que o atentado foi "um ataque contra todas as pessoas livres" e que o Reino Unido "não tem medo", informou a agência Télam. May informou que, entre os feridos, há 12 britânicos, três crianças francesas, dois romenos, quatro sul-coreanos, dois gregos, um alemão, um polonês, um irlandês, um chinês, um italiano e um norte-americano. "Foi um ataque contra gente livre de todas as partes e, em nome do povo britânico, quero agradecer a nossos amigos e aliados em todo o mundo que deixaram claro que estão conosco neste momento", afirmou. No ataque, o agressor lançou seu carro contra pedestres na ponte de Westminster e bateu o carro na grade. Depois ele esfaqueou um policial que vigiava o Parlamento e recebeu vários tiros de policiais. Morreram no atentado o agressor, o policial britânico Keith Palmer, de 48 anos, um homem que tem entre 40 e 50 anos e uma mulher de 43 anos, Aysha Frade. A Whitehall, rua que abriga as mais importantes instituições do País, em Westminster, no centro de Londres, é fechada e vigiada por policiaisWill Oliver / EPA/ Lusa Investigações Oito pessoas foram presas hoje em Londres, Birmingham e outros lugares da Grã-Bretanha, por supostamente estarem envolvidas no atentado, segundo a Polícia Metropolitana (Met) daquele país informou hoje. O chefe da unidade antiterrorista da Polícia de Londres, Mark Rowley, afirmou que até o momento não há evidências que indiquem riscos de novas ameaças e que o incidente está sendo investigado como terrorismo. "Neste momento, não temos informação específica sobre novas ameaças para os cidadãos", disse. *Com informações das agências DPA e Télam