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Prefeito de Mariana (MG) participa nesta quarta-feira 2 da COP21 em busca de novos investimentos para a cidade
Após o rompimento de uma barragem de rejeitos da mineradora Samarco, em Mariana (MG), o prefeito Duarte Júnior está buscando novas parcerias para diversificar a economia local e enfrentar os problemas da tragédia. Ele chegou hoje (2) a Paris para participar da 21ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP21) em busca de investimentos para a cidade e cooperações técnicas e financiamento para mitigar os danos em municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo, afetados pela lama da barragem. O rompimento da Barragem Fundão ocorreu no dia 5 de novembro e liberou mais de 50 mil toneladas de lama com rejeitos de mineração, destruiu o distrito de Bento Rodrigues (MG) e atingiu o Rio Doce, chegando ao litoral do Espírito Santo. Antes de seguir para Paris, em mensagem publicada no Facebook da Prefeitura de Mariana, Duarte disse que o momento é muito difícil e “é preciso demonstrar para o mundo que aqui [em Mariana] aconteceu uma enorme tragédia, mas não vamos esquecer do nosso passado e vamos levantar a cabeça para o nosso futuro”. “Estou indo com o único comprometimento de buscar maior parceria para Mariana, tornar essa cidade mais forte, […] com a intenção de tentar diversificar nossa economia, de tentar melhora a nossa qualidade de vida”, disse o prefeito na mensagem, contando que volta ao Brasil no sábado (5). No último mês de novembro, em entrevista à Agência Brasil, o prefeito disse que 80% da arrecadação do município depende da mineração e que defender o fim dessa atividade é “fechar as portas” da cidade. Ele, entretanto, não isentou a Samarco da responsabilidade pela tragédia. Duarte Júnior integra a delegação de prefeitos brasileiros da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) na COP21. Segundo a FNP, além da busca por apoio técnico, o encontro que ocorrerá amanhã (3) com representantes de instituições internacionais apresentará as dimensões da catástrofe, suas consequências para os 39 governos locais afetados e as providências tomadas até o momento. Outra expectativa da organização é a discussão de formas para enfrentar, de maneira integrada, eventos dessa natureza e a reflexão sobre um extrativismo sustentável das atividades de mineração da região. A FNP informou que o encontro com os prefeitos já tem a confirmação do Ministério de Relações Exteriores da França e representantes de instituições como Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), World Resources Institute (WRI), Iclei – Governos Locais pela Sustentabilidade, Fundo Mundial para o Desenvolvimento das Cidades (FMDV), Fundação Avina, Greenpeace, Agence Française de Développement (AFD) e Cités Unies France. A COP21 busca um acordo entre mais de 190 países para a redução das emissões de gases de efeito estufa. O evento começou na segunda-feira (30) e segue até o dia 11 de dezembro. (Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil)
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Microcefalia já atinge 14 estados, 311 cidades e tem 1,2 mil casos suspeitos
"É a maior calamidade que o País vive nos últimos tempos", reconheceu ministro da Saúde; na abertura da 15ª Conferência Nacional de Saúde, Marcelo Castro classificou de "drama de dimensões extraordinárias o que está acontecendo"; autoridades, no entanto, se mostram impotentes para conter  epidemia que teve início no Nordeste e avança sem freios para todo o País levada pelo mosquito Aedes Aegypt e o vírus Zika///O ministro da Saúde, Marcelo Castro, disse hoje (1º) que a situação vivida pelo país com relação ao aumento de casos de microcefalia é a “maior calamidade” que o país viveu nos últimos tempos. “Um drama de dimensões extraordinárias o que está acontecendo. O poder público e a sociedade têm que dar a resposta na mesma altura do drama”, disse o ministro em entrevista a jornalistas logo depois de declarar aberta a 15ª Conferência Nacional de Saúde (CNS). Castro esteve nesta segunda-feira em Pernambuco, estado com maior número de diagnósticos de microcefalia, para debater o Plano Estadual de Enfrentamento das Doenças Transmitidas pelo Aedes aegypti, mosquito causador da dengue, da febre chikungunya e do vírus Zika, que quando infecta gestantes pode provocar microcefalia no feto. No Brasil, são 1.248 casos suspeitos, identificados em 311 municípios de 14 unidades da federação. Entre o total de casos, foram notificados sete óbitos. Os dados são do Boletim Epidemiológico de Microcefalia, atualizado nesta segunda-feira (31) pelo Ministério da Saúde. A 15ª CNS vai reunir até sexta-feira (4) representantes de todos os estados para a formulação de diretrizes para o Plano Nacional de Saúde. (Aline Leal, repórter da Agência Brasil)
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FOLHA: Para brasileiros, corrupção é o maior problema do país; O GLOBO: Minha Casa é alvo de mais...
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Ministério da Saúde aponta relação entre microcefalia e vírus Zika. ‘Situação inédita’
Em nota, órgão do governo federal informa que pesquisa realizada sobre morte de bebê nascido no Ceará revelou existência do vírus Zika, transmitido pelo mosquito  aedes aegypt, no sangue e nos tecidos do recém-nascido; "É uma situação inédita na pesquisa mundial", frisa texto oficial; Brasil registra 739 casos da doença; antes circunscritos ao Nordeste, há casos confirmados no Maranhão, Mato Grosso, São Paulo e Rio de Janeiro///O Ministério da Saúde confirmou hoje (28) que existe relação entre o vírus Zika e os casos de microcefalia na região Nordeste do país. Segundo nota divulgada pela pasta, exames feitos em um bebê nascido no Ceará com microcefalia e outras malformações congênitas revelaram a presença do vírus em amostras de sangue e tecidos. O resultado enviado pelo Instituto Evandro Chagas revelou, segundo o ministério, “uma situação inédita na pesquisa científica mundial”. O governo assegurou que vai dar continuidade às investigações para descobrir quais as formas de transmissão, como o vírus atua no organismo e qual período de maior vulnerabilidade para a gestante. “Em análise inicial, o risco está associado aos primeiros três meses de gravidez”, complementou. Ontem (27), o instituto de pesquisa notificou o governo sobre outros dois óbitos relacionados ao vírus Zika. As análises indicaram que o vírus pode ter contribuído para agravar estes casos. “Esta foi a primeira ligação de morte relacionada ao vírus zika no mundo, o que demostra uma semelhança com a dengue”. O primeiro caso confirmado foi o de um homem com histórico de lúpus e de uso crônico de medicamentos corticoides, no Maranhão, e o segundo é de uma menina de 16 anos, no Pará, que morreu no final de outubro, depois de relatar sintomas semelhantes ao de dengue, como dor de cabeça e náuseas. Diante dessa declaração a expectativa é que sejam redobradas ações nacionais para combater o mosquito transmissor, o Aedes aegypti, responsável pela disseminação da dengue, Zika e chikungunya. “O momento agora é de unir esforços para intensificar ainda mais as ações e mobilização”, alertou. (Agência Brasil) Abaixo, notícia anterior publicada por BR A chegada do vírus Zika ao Sudeste é inevitável, segundo o infectologista Ralcyon Teixeira, supervisor do Pronto-Socorro do Hospital Emílio Ribas, em São Paulo. Ontem (27) foram anunciados dois casos de microcefalia, na capital, em gestantes que vieram de Pernambuco e da Paraíba. “Há riscos, devido às chuvas, ao calor e à presença do Aedes aegypiti [mosquito transmissor do vírus]", disse. De acordo com o infectologista, como há Zika circulando pelo Nordeste, é inevitável que o vírus chegue à região Sudeste. “No final deste ano, é para vir dengue [também transmitida pelo Aedes] com muito força”, acrescentou. Ralcyon explica que as duas mulheres com casos confirmados em São Paulo já passaram da fase de transmissão do vírus, que dura aproximadamente 11 dias. “Para essas, mulheres não existe mais riscos, pois ela não têm circulação do vírus no sangue. Assim, não passa para outras pessoas, mesmo com o mosquito as picando”, disse. Recomendação às gestantes As mulheres grávidas devem redobrar a atenção para evitar o contato com o Aedes aegypiti. Ralcyon disse que pouco se sabe sobre como a infecção afeta o feto durante a gestação, mas a formação dos órgãos do bebê ocorre até o segundo trimestre da gravidez. “É o período mais importante. Provavelmente, as infecções mais precoces, no início da gestação, são as que mais comprometem”, disse ele. A microcefalia pode ser consequência de um problema ósseo da cabeça do bebê, que geralmente se resolve com o tempo, de uma malformação congênita ou infecção adquirida pela mãe (caso do Zica). Crianças com microcefalia desenvolvem, em 90% dos casos, algum nível de retardo mental. Por isso, as gestantes devem ficar atentas aos sintomas do Zika: vermelhidão na pele, dor no corpo, febre, coceira e olhos vermelhos. Além disso, a população precisa ajudar na eliminação do mosquito vetor. “Nunca se tornou tão importante a ideia da prevenção ao mosquito. Não deixar água parada, verificar os focos em casa, usar telas e repelentes de ambiente ou tópicos. A maioria dos focos do Aedes está dentro de casa”, disse Ralcyon. Ontem, o secretário municipal de Saúde, Alexandre Padilha, também reforçou a necessidade do combate ao mosquito, já que a dengue é potencialmente mais grave para uma gestante do que o vírus Zika. "O que tenho dito é que a dengue é potencialmente mais grave para uma gestante do que o vírus Zika. Temos relatos de óbitos de gestantes com dengue. Temos relatos de aborto no período de infecção por dengue e de comprometimento do feto", disse Padilha. (Agencia Brasil)
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‘Coronelismo midiático’ sofre cerco do MP e rejeição pública
MPF vai abrir 40 ações judiciais contra 32 deputados federais e oito senadores sócios de emissoras de TV e/ou rádio; pesquisa de opinião Data Popular/Instituto Patrícia Galvão aponta que 63% dos entrevistados são contra parlamentares donos de concessões de meios de comunicação, prática conhecida como “coronelismo midiático”; Entre os políticos estão Fernando Collor de Mello e Aécio Neves /// Com o aval do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em coautoria com 13 organizações sociais, 32 deputados federais e oito senadores donos de concessões de Rádio e TV serão novo alvo do Ministério Público Federal, informa matéria publicada no final de semana pela Folha de S. Paulo. O texto retoma o debate em torno dos coronéis da mídia brasileira, prática ilegal em que nomes da política local e nacional também são proprietários dos meios de comunicação de massa de seus estados. Desencadeada pela pressão de organizações sociais que lutam para a democratização dos meios de comunicação, encabeçadas pelo Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação, a ação do MPF tem como base o artigo 54 da Constituição Federal, que estipula que políticos titulares de mandato eletivo não podem ser sócios ou associados de empresas concessionárias do serviço público de radiodifusão. Figuram na lista do MPF senadores como Fernando Collor de Melo, Aécio Neves, Jader Barbalho e José Agripino Maia. Em 2013, pesquisa realizada pelo Data Popular e Instituto Patrícia Galvão sobre os coronéis da mídia brasileira informou que 63% dos entrevistados rejeitam que políticos sejam donos de concessões de Rádio e TV; 67% são contra donos de concessões de radiodifusão poderem se candidatar a cargos políticos; e 63% consideram que apresentadores dessas mídias não deveriam poder se candidatar. Também assinam a representação: Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, a Andi – Comunicação e Direitos, a AJD – Associação Juízes para a Democracia, o INESC – Instituto de Estudos Socioeconômicos, a ENECOS – Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social, o FNDC – Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, o IDEC – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, o Levante Popular da Juventude, o MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, o MTST – Movimento dos Trabalhadores Sem Teto e a Proteste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor.
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FOLHA: Barragem que se rompeu também tinha lama da Vale; O GLOBO: Dilma deve se opor a Macri...
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Corinthians comemora 6º título brasileiro com hashtag #hexanafavela
Agência Corinthians _ O que liga o título brasileiro de 2015 a todas as outras conquistas da história centenária do Corinthians? Nada mais do que a relação time-torcida. Em qualquer momento dos 105 anos do clube do Parque São Jorge, seja bom ou ruim, a Fiel sempre esteve lá. Mas o destino foi irônico ao tirar o jogo do hexacampeonato brasileiro da Arena Corinthians, onde essa simbiose esteve muito mais forte, ao ponto de tornar o Timão quase imbatível em casa -- alguns dirão que é, sim, imbatível na casa corinthiana. Porém, mesmo longe, como sempre, ela estava lá: a Fiel. A torcida já estava em São Januário bem antes de a bola rolar. Cerca de uma hora e meia antes do duelo, a torcida do Corinthians já ocupava boa parte do setor destinado ao visitante no estádio do Vasco, no Rio de Janeiro. Quando os primeiros jogadores do Timão subiram ao gramado para aquecer -- os goleiros Cássio, Walter e Matheus Vidotto --, a Fiel passou a cantar alto. Para não mais parar. Não para, não para, não para. Se a torcida não para de cantar, o elenco do Corinthians não para de ganhar. Mas todo mundo sabia que não seria fácil. O Vasco lutava -- e ainda luta -- pela sobrevivência na Série A do Campeonato Brasileiro. São Januário lotada, uma panela de pressão armada para pressionar o líder da competição. Mas na união Timão-Fiel, não há nada intimidor. Pelo contrário: é tudo incentivador. Jogo decisivo é sempre estudado e truncado. O Vasco pressionava, mas o Corinthians resistia, com a melhor defesa do Brasileirão. Com a bola no pé, com paciência e o toque de bola que virou característica marcante da campanha, o Timão partia ao ataque. Teve algumas chances para tirar o grito de gol da Fiel, mas o primeiro tempo não passou de 0 a 0. Empate sem gols também no Morumbi, entre São Paulo e Atlético-MG. Por mais que a Fiel estivesse totalmente voltada ao que estava acontecendo em São Januário, era fato que o jogo na capital paulista estava quase dez minutos na frente. Ou seja, havia chances de o Corinthians conquistar o hexa antes mesmo do apito final no Rio de Janeiro -- já que tropeço do time mineiro também acabava com o campeonato. As emoções ficaram reservadas para a etapa final. Enquanto não saía gol em São Januário, a porteira abriu no Morumbi. Empate em 2 a 2. Por mais que o Corinthians não abrisse o placar, o hexa estava cada vez mais perto. Mas aí veio o gol do Vasco. Dependendo do que acontecesse em São Paulo, será que a conquista seria adiada por mais alguns dias? Não, Fiel. É que o Corinthians é assim. Sofrido até o último minuto. Mas até que não estava sofrido. o Atlético-MG tomou mais um gol, e o hexa já era quase realidade. Mas foco em São Januário. Ninguém quer ser campeão perdendo, não é? Pois estava lá um dos exemplos de volta por cima desse time do Timão. De questionado a mito. Coube a Vagner Love fazer o gol do título. Empate por 1 a 1, aí já não importava mais o que estava acontecendo em qualquer lugar do mundo. A festa era ali, agora em São Januário. A comemoração era conjunta. A torcida que cantou alto durante os 90 minutos de São Januário e de todos os estádios do Brasileirão. O time que durante o campeonato inteiro mostrou técnica, raça e disposição. A Fiel abraçou o Timão, que retribuiu dentro de campo. Mais do que hexacampeão. Isso aqui é Corinthians!
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