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Condesf, ligada à CUT, convoca greve no funcionalismo federal
Novo revés para pacote fiscal do governo; em resposta à intenção declarada de congelar por sete meses os salários dos funcionalismo público, categorias se reúnem e decidem chamar greve geral, com manifestações públicos, entre os 850 mil servidores do governo federal /// O governo vai colhendo o que semeou com o pacote fiscal anunciado, na segunda-feira 14, pelos ministros Joaquim Levy, da Fazenda, e Nelson Barbosa, do Planejamento. A intenção declarada de congelar por sete meses os salários do servidores públicos federais foi respondida, na manhã desta quarta-feira 16, com a convocação de greve geral em todas as categorias do funcionalismo. O movimento será iniciado no próximo dia 23, com manifestações públicas programadas para acontecerem a partir da segunda-feira 21. Em reunião que acabou na madrugada de ontem, a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), ligada à CUT, e mais 20 entidades dos servidores decidiram sair às ruas em oposição ao pacote e suspender atividades. "A nossa meta é colocar pressão para derrubar essa situação que nos foi imposta. Temos que nos preparar para o pior", disse Sérgio Ronaldo da Silva, da Condsef, à Agência Estado. A entidade reúne 36 sindicatos que representam 80% dos servidores do Executivo. Na próxima segunda-feira, os movimentos do funcionalismo público se reúnem com as centrais sindicais para tratar da greve. Pela estimativa da Condsef, cerca de 100 mil servidores públicos - dos 850 mil do Executivo - estão em greve atualmente. As greves em curso ocorrem nas universidades federais e entre os servidores do INSS, em greve há 70 dias. Ainda hoje será divulgado um manifesto das entidades do funcionalismo contra o ajuste fiscal. Os sindicatos atacam a decisão de eliminar o abono de permanência, benefício pago aos servidores que adquirem o direito de se aposentar, mas que continuam trabalhando.
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Mercado vê PIB 2,55% menor; indústria terá retração de 6,2%
Projeções estão no boletim Focus, publicação semanal do Banco Central; percentuais são média de estimativas feitas por instituições financeiras; economia anda para trás /// Pela nova vez consecutiva, o mercado financeiro projetou mais uma queda do PIB para 2015. Somados todos os bens e serviços produzidos no País, o resultado deverá ser 2,55% menor do que o obtido no ano passado. A projeção está no boletim Focus, do Banco Central, que estabelece uma média das previsões feitas por técnicos de instituições financeiras. A expectativa é ainda mais dramática para a indústria nacional, que deverá experimentar um recuo de 6,2% em sua produção. Leia notícia da Agência Brasil a respeito: A projeção de instituições financeiras para o encolhimento da economia este ano passou pelo nono ajuste seguido. Desta vez, a estimativa para a queda do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, passou de 2,44% para 2,55%. A expectativa de retração em 2016 também foi alterada: de 0,5% para 0,6%, na sexta piora consecutiva. Essas estimativas são do boletim Focus, uma publicação semanal elaborada pelo Banco Central (BC), com base em projeções de instituições financeiras para os principais indicadores da economia. Na avaliação do mercado financeiro, a produção industrial deve apresentar retração de 6,2%, este ano. Na semana passada, a projeção de queda era 6%. Em 2016, o setor deve se recuperar, mas a projeção de crescimento está cada vez menor: passou de 0,72% para 0,5%, no terceiro ajuste seguido. Na previsão das instituições financeiras, a recessão da economia vem acompanhada de inflação acima da meta, este ano. A meta é 4,5%, com limite superior de 6,5%. A estimativa das instituições financeiras para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), este ano, foi ajustada de 9,29% para 9,28%. Para o próximo ano, a expectativa é que a inflação fique abaixo do limite superior, mas ainda distante do centro da meta, em 5,64%. Na semana passada, essa projeção estava em 5,58%. Esse foi o sexto aumento seguido na projeção para inflação em 2016. Para tentar trazer a inflação para a meta, o BC elevou a taxa básica de juros, a Selic, por sete vezes seguidas. Depois desse ciclo de alta, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), no ínicio do mês, a Selic foi mantida em 14,25% ao ano. Para as instituições financeiras, a Selic deve permanecer em 14,25% ao ano até o fim de 2015 e ser reduzida em 2016. A projeção mediana (desconsidera os extremos da estimativa) para o fim de 2016 segue em 12% ao ano. A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação. Ao manter a Selic, o BC indica que ajustes anteriores foram suficientes para produzir os efeitos esperados na economia. O BC costuma dizer que os efeitos de elevação da Selic se acumulam e levam tempo para aparecer. A pesquisa do BC também traz a projeção para a inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que subiu de 7,75% para 7,77%, este ano. Para o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), a estimativa passou de 7,63% para 7,77%, em 2015. A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) foi alterada de 9,33% para 9,30%, este ano. A projeção para a cotação do dólar, ao final este ano foi ajustada de R$ 3,60 para R$ 3,70. Para o fim de 2016, a projeção passou de R$ 3,70 para R$ 3,80.
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Efeito rebaixamento: dólar dispara, juro sobe, ações brasileiras caem
Moeda americana abriu o dia em alta de 2,29%; para outubro, cotação já subiu 3,22%, chegando a R$ 3,930; papeis da Petrobras perdem 7%; Vale cai 5%; juro futuro sobe quase meio ponto percentual; são as primeiras reações do mercado à perda do selo de bom pagador /// A mensagem do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, para que "as pessoas fiquem tranquilas" não é tão fácil assim de assimilar. O mercado financeiro, no 'day after' à retirada, pela agência de classificação de risco Standard & Poor's, do selo de bom pagador do Brasil, abriu o dia com extremo nervosismo. O reflexo foi a acentuada de todos os principais indicadores da economia. O dólar experimentou o que o analistas chamam de verdadeira disparada, com alta superior a 2%. A cotação estimada para o mês de outubro, no mercado futuro, elevou a cotação para R$ 3,930, uma alta de mais de 3% sobre o dia anterior, quando ainda prevalecia o grau de investimento. Os papéis da Petrobras e da Vale, as duas empresas do Brasil mais negociadas na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), operam em queda forte no pré-mercado em Wall Street nesta manhã, após a perda do grau de investimento do Brasil pela Standard & Poor's (S&P). O ADR da Petrobras recuava 7% e o papel da Vale cedia 5,2%, ambos entre as maiores quedas do dia no pré-mercado. A baixa sinaliza que os ADRs devem abrir o pregão de hoje com perda expressiva na NYSE. No mercado de juros não foi diferente, mostrando que o dinheiro, para os brasileiros, está mais caro. A alta no mercado futuro, antes das 10h00, era de quase meio ponto percentual, estimando uma taxa de 15,37% para janeiro de
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Recessão e estoques altos suavizam repasse cambial; Governo encara desafio na relação com PMDB
Recessão e estoques altos suavizam repasse cambial Governo encara desafio na relação com PMDB Startups 'rezam' por um 'anjo' Elétricas do país superam estrangeiras   http://www.valor.com.br/  
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Dilma admite que ações do 1º mandato levaram à crise; Governo quer elevar alíquotas de IPI, IOF e...
Dilma admite que ações do 1º mandato levaram à crise Governo quer elevar alíquotas de IPI, IOF e Cide Investigado, Edinho diz que não deixa cargo Levy prev
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‘Remédio amargo’ é necessário, diz Dilma; Cresce 30% a renegociação de dívidas em bancos, diz BC
'Remédio amargo' é necessário, diz Dilma Cresce 30% a renegociação de dívidas em bancos, diz BC Jânio de Freitas: Conflito entre PT e PSDB tem poucos precedentes no Brasil; é ódio mesmo Polícia apura se freio causou acidente que matou 15 no RJ Europa define abrigo para mais 120 mil refugiados Dificuldade de superar luto afeta mais os idosos, diz estudo   http://www.folha.uol.com.br/
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Balançou mas não caiu: Levy fica na Fazenda
Ministro da Fazenda segue sendo Joaquim Levy. Esta é a conclusão da reunião para "discutir a relação" convocada na tarde da quinta-feira 3 pela presidente Dilma Rousseff com o próprio Levy, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, e o ministro chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, encarregado de dar o resultado do encontro "Discutir a relação". Na expressão de um auxiliar direto da presidente Dilma Rousseff, esta foi a pauta da reunião convocada pela presidente Dilma Rousseff, nesta quinta-feira 3, com os ministros Joaquim Levy, da Fazenda, Nelson Barbosa, do Planejamento, e Aloizio Mercadante, da Casa Civil. E o desfecho da conversa foi comunicado ao País por Mercadante, que disse que Levy está mantido à frente da Fazenda. Para a permanência dele, a presidente passou uma espécie de ordem unida ao seus auxiliares diretos, determinando que, a partir de agora, o governo irá firmar novo comprometimento com cortes de despesas, em lugar de somente buscar mais receitas. Em sintonia, o ministro Nelson Barbosa afirmara mais cedo que o governo deverá ter como meta uma economia de gastos equivalente a 2% do PIB no longo prazo. Noutro sinal de pacificação, o próprio Levy teria declarado em entrevista ao jornal El País, segundo a agência Reuters, que não tinha intenção de deixar o governo. A entrevista será publicada no próximo domingo.
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Ministro do Planejamento monta plano de extinção de 15 ministérios; Nelson Barbosa conta com apoio dp PT, tem...
Economista que já ocupou diferentes cargos no governo petista, para o qual entrou logo no primeiro ano do mandato do presidente Lula, em 2003, Nelson Barbosa é o nome de confiança da presidente Dilma Rousseff para o caso de, como se acredita no mercado, substituição do ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Aliado nos últimos tempos do ministro chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, que segue sendo o principal conselheiro político de Dilma, Barbosa recebeu da presidente a missão de reduzir o número de ministérios. De acordo com o jornal eletrônico Congresso Em Foco, o ministro já desenhou um primeiro escalão administrativo com 15 ministérios a menos. A presidente prometeu apresentar o novo desenho do governo no próximo mês. Antes mesmo da divulgação oficial da proposta de reforma, Barbosa já é visto como o favorito nas apostas do mercado para ocupar o lugar que poderá ficar vago diante da situação política cada vez mais frágil do ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Barbosa conserva a qualidade, muito útil dentro do atual governo, de administrar sem rancores todas as variações de humor da presidente.  
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Levy vira ministro que subiu no telhado
Ampliam-se as condições para a queda do ministro da Fazenda. Joaquim Levy procurou ontem a presidente e vice para fazer "um desabafo", no qual reclamou de isolamento. Ele informou a Dilma Rousseff e Michel Temer que não está conseguindo fazer o ajuste das contas públicas como pretendia. Levy não pediu demissão, mas ficou claro que ele se tornou um ministro que subiu no telhado, alcançando um último estágio antes de cair. O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, está presente em todas as apostas para substituir titular da Fazenda O isolamento do ministro Joaquim Levy, da Fazenda, é tanto que o próprio Levy, ontem, procurou a presidente Dilma Rousseff e o vice Michel Temer para um "desabafo". Ele disse que não está conseguindo realizar o ajuste fiscal nos termos que pretendia. E que sente falta de respaldo para seguir adiante com sua missão. Levy não pediu demissão do cargo, mas a continuação dele na Fazenda foi atribuída por fontes do Palácio do Planalto ao seu próprio "senso de responsabilidade".  
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Dilma ‘prestigia’ Levy: “O ministro tem o nosso respeito”
Sem empolgação, presidente sustenta Joaquim Levy à frente do ajuste fiscal; "É um desserviço ao País esse processo de dizer que o ministro está isolado, desgastado dentro do governo", criticou Dilma Rousseff a jornalistas, em Brasília, nesta quarta-feira 2; "O ministro tem o respeito de todos nós", enfatizou; presidente afirmou que não gosta da CPMF, mas que igualmente não descarta a necessidade de novas fontes de arrecadação para cobrir déficit projetado de R$ 30 bilhões para o próximo ano; "Mas não estou afastando a necessidade de fontes de receita, não estou"; ficou claro, assim, o quanto a presidente quer mais impostosA presidente Dilma Rousseff admitiu nesta quarta-feira 2 que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, foi voto vencido na decisão do governo de enviar ao Congresso uma proposta de Orçamento para 2016 com o déficit de R$ 30 bilhões embutido. "O ministro participou de todas as etapas deste processo, ele tem o respeito de todos nós", enfatizou Dilma, que também não se esquivou de manifestar a importância de novas fontes de receita para o governo. "Não gosto da CPMF, se você quer saber", dirigiu-se ela a um grupo de jornalistas, em Brasília. "Mas não estou afastando a necessidade de novas fontes de receita". Leia abaixo notícia da Agência Brasil a respeito: Dilma diz que não gosta da CPMF, mas não descarta criar novas fontes de receita Luana Lourenço - Repórter da Agência Brasil Governo enviará um adendo à proposta quando tiver mais elementos, diz DilmaMarcelo Camargo/Agência Brasil A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (2) que a decisão do governo de enviar a proposta orçamentária para 2016 com uma previsão de déficit de R$ 30,5 bilhões mostra transparência e não quer dizer que o Executivo vá fugir de suas responsabilidades com as contas públicas. Dilma comentou a volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) – que foi cogitada e descartada pelo governo em seguida. Ela disse que não gosta do tributo, mas não descartou a criação de novas fontes de receita para o governo. “Não gosto da CPMF, se você quer saber. Acho que a CPMF tem as suas complicações, mas não estou afastando a necessidade de fontes de receita, não estou. Não estou afastando nenhuma fonte de receita, quero deixar isso claro, para depois, se houver a hipótese de a gente enviar essa fonte, nós enviaremos”, disse a presidenta. Sobre o Orçamento, Dilma afirmou que o governo vai enviar um adendo à proposta do Orçamento, “quando o governo tiver mais elementos”.“Estamos evidenciando que tem um déficit, estamos sendo transparentes e mostrando claramente que tem um problema. Não fugiremos às nossas responsabilidades de propor a solução do problema, o que nós queremos, porque vivemos em um país democrático, é construir essa alternativa. Não estamos transferindo a responsabilidade de ninguém, porque ela sempre será nossa, porém é importante destacar que iremos buscar, estamos avaliando todas as alternativas”, disse a presidenta, em entrevista após a cerimônia de recepção de brasileiros premiados na WorldSkills, no Palácio do Planalto. A presidenta reconheceu que a economia passa por momentos difíceis por causa da queda de receitas, mas disse que o governo aposta na melhoria da situação por meio de investimentos em infraestrutura, energia e aumento das exportações. Segundo Dilma, quando o cenário mudar, o governo poderá enviar ao Congresso uma adendo à proposta orçamentária. “Iremos mandar quando acharmos que a discussão maturou. Quando acharmos que existem as condições para fazer isso, nós iremos mandar mais elementos para o Congresso”, acrescentou a presidenta, sem especificar datas. Ministro da Fazenda A presidenta também fez um desagravo ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e negou que ele esteja isolado ou desgastado dentro do governo. Levy era contra o envio da proposta orçamentária com previsão de déficit de R$ 30,5 bilhões, mas, assim como em outros embates dentro do governo, foi voto vencido. “O ministro Levy não está desgastado dentro do governo – ele participou conosco de todas as etapas da construção desse orçamento, ele tem o respeito de todos nós.” De acordo com a presidenta, muitas informações divulgadas sobre a relação de Levy com outros integrantes da equipe econômica são falsos e não contribuem para o país. “É um desserviço para o país esse processo de falar que o ministro Levy está isolado, desgastado. Não está não. Dentro do governo, ele não está. Nós temos o maior respeito pelo ministro Levy. Aliás, por todos os ministros da área econômica, pelo ministro [do Planejamento] Nelson Barbosa, pela equipe do ministro Nelson, pela equipe do ministro Levy. Agora, somos um governo que debate, debatemos, chegamos a uma posição. A partir do momento em que tomamos a posição, a posição é de todos nós.” Sobre os impactos da reforma administrativa anunciada pelo governo para redução do déficit, Dilma disse que a medida tem mais impactos sobre a gestão que sobre a arrecadação. Até o fim do mês, o governo vai anunciar o corte de dez dos 39 ministérios, além de redução no número de cargos comissionados e de outras medidas de redução de despesas de custeio. “O efeito da reforma é muito mais melhorar a gestão. E melhorar a gestão tem um efeito indireto sobre os recursos, qual seja, torna o governo mais ágil, facilita os investimentos, diminui a burocracia, é isso que queremos”, disse Dilma, sem informar que pastas serão cortadas.