Arquivos Cultura - BR2pontos
Menu
Cultura
Cultura
13 reasons why; série
Carolina Maria Ruy No clima de discussão sobre jovens suicidas, levantado por um incerto jogo chamado Baleia Azul, assisti com atenção a série da Netflix chamada 13 reasons why. Não é o meu tipo, confesso. Quando estreou Malhação na TV Globo, em 1995, os temas do convívio escolar já, naquela época, não me interessavam mais.Mas, ouvi dizer que o programa abordava temas profundos e apresentava cenas fortes e, como boa curiosa... (mais…)
Cultura
Os Paralamas do Sucesso cantam “Selvagem”, clip
(mais…)
Cultura
Secos e Molhados canta: “A Rosa de Hiroshima”; de Vinícius de Moraes; clip
(mais…)
Cultura
Marcos Valle canta “Viola Enluarada”; clip
Viola Enluarada Marcos Valle/Paulo Sergio Valle/1967 Intérprete: Marcos Valle (participação especial Milton Nascimento)   A mão que toca um violão Se for preciso faz a guerra, Mata o mundo, fere a terra. https://youtu.be/N4uH3d0E1Pk A voz que canta uma canção Se for preciso canta um hino, Louva à morte. Viola em noite enluarada No sertão é como espada, Esperança de vingança. O mesmo pé que dança um samba Se preciso vai à luta, Capoeira. Quem tem de noite a companheira Sabe que a paz é passageira, Prá defendê-la se levanta E grita: Eu vou! Mão, violão, canção, espada E viola enluarada Pelo campo e cidade, Porta bandeira, capoeira, Desfilando vão cantando Liberdade. Quem tem de noite a companheira Sabe que a paz é passageira, Prá defendê-la se levanta E grita: Eu vou! Porta bandeira, capoeira, Desfilando vão cantando Liberdade. Liberdade, liberdade, liberdade
Cultura
Lenine canta “Paciência”; nesta poesia o artista celebra a vida; clip
Paciência (Lenine/1999) Intérprete: Lenine Mesmo quando tudo pede Um pouco mais de calma Até quando o corpo pede Um pouco mais de alma A vida não para https://youtu.be/kFq5HfrGVRU Enquanto o tempo Acelera e pede pressa Eu me recuso, faço hora Vou na valsa A vida é tão rara Enquanto todo mundo Espera a cura do mal E a loucura finge Que isso tudo é normal Eu finjo ter paciência O mundo vai girando Cada vez mais veloz A gente espera do mundo E o mundo espera de nós Um pouco mais de paciência Será que é tempo Que lhe falta pra perceber? Será que temos esse tempo Pra perder? E quem quer saber? A vida é tão rara Tão rara Mesmo quando tudo pede Um pouco mais de calma Até quando o corpo pede Um pouco mais de alma Eu sei, a vida não para A vida não para não Será que é tempo Que lhe falta pra perceber? Será que temos esse tempo Pra perder? E quem quer saber? A vida é tão rara Tão rara Mesmo quando tudo pede Um pouco mais de calma Até quando o corpo pede Um pouco mais de alma Eu sei, a vida é tão rara A vida não para não A vida é tão rara  
Cultura
Caetano Veloso canta “Podres Poderes”, clip
Podres Poderes Caetano Veloso/1984 Intérprete: Caetano Veloso Enquanto os homens exercem Seus podres poderes Motos e fuscas avançam Os sinais vermelhos E perdem os verdes Somos uns boçais https://youtu.be/MX8RyqbwFrw Queria querer gritar Setecentas mil vezes Como são lindos Como são lindos os burgueses E os japoneses Mas tudo é muito mais Será que nunca faremos senão confirmar A incompetência da América católica Que sempre precisará de ridículos tiranos Será, será, que será? Que será, que será? Será que esta minha estúpida retórica Terá que soar, terá que se ouvir Por mais zil anos Enquanto os homens exercem Seus podres poderes Índios e padres e bichas Negros e mulheres E adolescentes Fazem o carnaval Queria querer cantar afinado com eles Silenciar em respeito ao seu transe num êxtase Ser indecente Mas tudo é muito mau Ou então cada paisano e cada capataz Com sua burrice fará jorrar sangue demais Nos pantanais, nas cidades Caatingas e nos gerais Será que apenas os hermetismos pascoais E os tons, os mil tons Seus sons e seus dons geniais Nos salvam, nos salvarão Dessas trevas e nada mais Enquanto os homens exercem Seus podres poderes Morrer e matar de fome De raiva e de sede São tantas vezes Gestos naturais Eu quero aproximar o meu cantar vagabundo Daqueles que velam pela alegria do mundo Indo e mais fundo Tins e bens e tais Será que nunca faremos senão confirmar Na incompetência da América católica Que sempre precisará de ridículos tiranos Será, será, que será? Que será, que será? Será que essa minha estúpida retórica Terá que soar, terá que se ouvir Por mais zil anos Ou então cada paisano e cada capataz Com sua burrice fará jorrar sangue demais Nos pantanais, nas cidades Caatingas e nos gerais Será que apenas Os hermetismos pascoais E os tons, os mil tons Seus sons e seus dons geniais Nos salvam, nos salvarão Dessas trevas e nada mais Enquanto os homens Exercem seus podres poderes Morrer e matar de fome De raiva e de sede São tantas vezes Gestos naturais Eu quero aproximar O meu cantar vagabundo Daqueles que velam Pela alegria do mundo Indo mais fundo Tins e bens e tais! Indo mais fundo Tins e bens e tais! Indo mais fundo Tins e bens e tais!
Cultura
Na inauguração da transposição do rio São Francisco, vale lembrar “A fome no Nordeste”, de Luiz Vieira; clip
(mais…)
Cultura
Wilson Simonal canta “Sonho de Um Carnaval”; clip
(mais…)
Cultura
“Brasil Pandeiro”, por Novos Baianos; clip
(mais…)
Cultura
João Bosco canta: “De frente pro crime”; no debate sobre segurança, quanto vale cada vida, no espectro social?;...
(mais…)